Ao final de 2025, a equipe Future Perfect da Vox revisitou 25 previsões feitas no início do ano, constatando que 19 previsões se concretizaram, enquanto quatro não. O exercício anual, conduzido por Bryan Walsh, Dylan Matthews, Marina Bolotnikova, Dylan Scott, Izzie Ramirez e Kenny Torrella, avalia a precisão de previsões feitas com probabilidades atribuídas, refletindo a confiança da equipe em cada previsão.
A metodologia envolveu marcar como "acertos" as previsões com probabilidades superiores a 50% que se mostraram corretas, ou aquelas com probabilidades inferiores a 50% que não ocorreram. Por outro lado, as previsões com probabilidades superiores a 50% que não se concretizaram, ou aquelas com probabilidades inferiores a 50% que ocorreram, foram consideradas "erros". Os casos em que as previsões não puderam ser resolvidas devido a circunstâncias imprevistas, como atrasos governamentais na divulgação de dados, foram excluídos da contagem final.
De acordo com o relatório, o processo de previsão tem como objetivo fornecer insights sobre possíveis tendências futuras em vários setores, incluindo tecnologia, política e economia. A equipe acredita que atribuir probabilidades às previsões incentiva uma compreensão mais matizada da incerteza e permite uma avaliação mais rigorosa da precisão da previsão.
As previsões específicas que se mostraram precisas e imprecisas não foram detalhadas no resumo inicial do relatório. No entanto, a equipe indicou que uma análise completa de cada previsão, juntamente com o raciocínio por trás de seu sucesso ou fracasso, seria publicada em uma análise subsequente. Espera-se que esta análise detalhada forneça lições valiosas para futuros esforços de previsão e contribua para uma melhor compreensão dos fatores que moldam o futuro.
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