As Forças Especiais dos EUA capturaram o presidente venezuelano Nicolás Maduro em Caracas no sábado, de acordo com uma declaração feita por Donald Trump em sua conta no Truth Social. Trump acompanhou a declaração com uma fotografia que supostamente mostra Maduro a bordo do USS Iwo Jima. Trump afirmou que os EUA "comandariam" a Venezuela enquanto Maduro estivesse sob custódia dos EUA, pendente de acordos futuros.
A operação noturna teria causado cortes de energia em partes de Caracas. Os detalhes sobre a localização exata da captura de Maduro permanecem obscuros, com Trump indicando que ocorreu em ou perto de uma de suas casas seguras. Autoridades venezuelanas prometeram resistência em resposta à ação dos EUA.
Os EUA mantêm há muito tempo uma relação tensa com o regime socialista de Maduro, impondo sanções e acusando-o de abusos de direitos humanos, fraude eleitoral e má gestão econômica, tudo o que Maduro nega. O governo Trump reconheceu anteriormente o líder da oposição Juan Guaidó como o legítimo presidente interino da Venezuela em 2019, embora Maduro tenha permanecido no poder.
A captura de Maduro marca uma escalada significativa no envolvimento dos EUA na Venezuela. A base legal para a operação militar e as implicações a longo prazo para as relações EUA-Venezuela permanecem incertas. O governo venezuelano ainda não emitiu uma declaração formal além das promessas iniciais de resistência. O Departamento de Estado dos EUA ainda não divulgou uma declaração oficial. A situação permanece fluida e espera-se que novos desenvolvimentos ocorram nos próximos dias.
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