O presidente venezuelano Nicolás Maduro teria sido capturado e levado para fora do país, de acordo com um anúncio feito pelo presidente dos EUA, Donald Trump, no sábado, 3 de janeiro de 2026, provocando uma série de questões sobre o futuro da liderança da Venezuela e seu relacionamento com os Estados Unidos. A situação permanece instável, com relatos conflitantes e incertezas em torno da dinâmica de poder dentro do governo venezuelano.
Após o anúncio de Trump, os primeiros relatos sugeriram que o vice-presidente e o ministro do Interior da Venezuela estavam no comando, ambos tendo feito declarações públicas. O senador Mike Lee, republicano de Utah, citou o secretário de Estado Marco Rubio dizendo que os ataques dos EUA haviam terminado, implicando um possível cenário em que o governo existente permanece no poder, pelo menos por enquanto.
Durante uma coletiva de imprensa ao meio-dia, o presidente Trump afirmou que a vice-presidente Delcy Rodriguez havia sido "empossada" como a nova presidente da Venezuela. No entanto, a legitimidade e as circunstâncias em torno desta suposta posse permanecem obscuras. Trump também afirmou que os EUA "administrariam" a Venezuela e venderiam o petróleo apreendido.
A captura de Maduro e a subsequente incerteza levantaram várias questões importantes: Quem está atualmente no controle da Venezuela? Que papel os Estados Unidos desempenharão no futuro do país? Qual é a base legal para a intervenção dos EUA? Como a comunidade internacional responderá a esses eventos? Qual será o impacto na indústria petrolífera da Venezuela? E qual é o futuro do povo venezuelano?
Os eventos seguem um período de relações tensas entre os Estados Unidos e a Venezuela, marcado por sanções dos EUA e acusações de fraude eleitoral e abusos de direitos humanos contra o regime de Maduro. Os EUA já reconheceram o líder da oposição Juan Guaidó como o presidente interino legítimo da Venezuela.
A situação está se desenvolvendo rapidamente e é necessária mais clareza para entender todas as implicações da captura de Maduro e o subsequente vácuo de poder na Venezuela. A comunidade internacional está observando atentamente o desenrolar dos eventos, com potenciais ramificações para a estabilidade regional e os mercados globais de petróleo.
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