A Venezuela empossou Delcy Rodríguez como presidente interina após a prisão de Nicolás Maduro por forças dos EUA, uma medida destinada a demonstrar a independência e autonomia da nação. A cerimônia de posse ocorreu em uma sessão parlamentar onde legisladores, incluindo o filho de Maduro, condenaram a captura e exigiram a libertação de Maduro, de acordo com múltiplas fontes de notícias.
A sessão começou com exigências para a libertação de Maduro da custódia dos EUA. Rodríguez, que atuava como vice-presidente desde 2018, expressou sua angústia sobre o que descreveu como o "sequestro" de Maduro e sua esposa, Cilia Flores, que teriam sido apreendidos por forças dos EUA em uma operação noturna no sábado, de acordo com a BBC World.
Mais cedo naquele dia, Maduro compareceu a um tribunal de Nova York e se declarou inocente de quatro acusações de tráfico de drogas e terrorismo. Durante a audiência, Maduro insistiu que ainda era o presidente da Venezuela, de acordo com a BBC World.
A decisão de empossar Rodríguez como presidente interina sinaliza uma potencial mudança na liderança do país e em seu relacionamento com os Estados Unidos, cativando o público global e levantando questões sobre soberania e o futuro da política venezuelana, de acordo com a NPR News. Legisladores enquadraram a captura de Maduro como uma ameaça à estabilidade política global, informou a NPR Politics.
A situação permanece fluida, e a comunidade internacional está acompanhando de perto os desenvolvimentos na Venezuela. Os próximos passos para a Venezuela e os Estados Unidos permanecem incertos.
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