Membros da oposição venezuelana experimentaram uma mudança do otimismo à decepção depois que o ex-presidente dos EUA, Donald Trump, se recusou a endossar María Corina Machado como a próxima líder do país após a captura de Nicolás Maduro. A euforia inicial decorreu da apreensão de Maduro durante o que foi descrito como Operação Resolução Absoluta, uma invasão ao seu complexo.
Ricardo Hausmann, ex-ministro e apoiador da oposição, elogiou a estratégia militar por trás da operação, observando a ausência relatada de baixas de soldados dos EUA durante o ataque. No entanto, o anúncio subsequente de Trump atenuou as expectativas da oposição de que Machado assumisse o poder e inaugurasse um novo período democrático.
A operação dos EUA e suas consequências ocorreram em um contexto de turbulência política contínua na Venezuela, caracterizada por uma luta prolongada entre o partido socialista no poder e um movimento de oposição fraturado. Machado, uma ativista conservadora, tem sido uma figura central na oposição, defendendo reformas democráticas e desafiando a legitimidade de Maduro.
O governo dos EUA manteve uma relação complexa com a Venezuela, marcada por períodos de engajamento e confronto. A política dos EUA incluiu sanções destinadas a pressionar o governo de Maduro, bem como esforços diplomáticos para promover uma resolução negociada para a crise política. A recente operação e a subsequente declaração de Trump introduziram mais incerteza na situação.
A resposta da oposição ao anúncio de Trump tem sido variada. Enquanto alguns apoiadores expressaram frustração, outros mantiveram a esperança de que um caminho para o poder para Machado permaneça viável. O status atual de Maduro não está claro, e o cenário político na Venezuela permanece instável. Desenvolvimentos futuros provavelmente dependerão de uma combinação de dinâmicas internas dentro da Venezuela e fatores externos, incluindo a posição dos EUA e outros atores internacionais.
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