O Marinera é historicamente associado ao transporte de petróleo bruto venezuelano, embora atualmente não esteja transportando nenhuma carga. A Guarda Costeira dos EUA tentou abordar o Bella 1 no mês passado no Caribe, agindo com base em um mandado para apreender o navio por supostamente violar as sanções dos EUA e transportar petróleo iraniano. O navio então mudou de curso e de nome.
O incidente ocorre em um contexto de tensões elevadas entre os EUA e a Venezuela, particularmente em relação às sanções ao petróleo. No mês passado, o ex-presidente Donald Trump anunciou um "bloqueio" de petroleiros sancionados que entravam e saíam da Venezuela, uma medida que o governo venezuelano denunciou como "roubo". Trump também acusou repetidamente o governo venezuelano de usar navios para transportar drogas para os EUA.
Os EUA impuseram sanções à indústria petrolífera da Venezuela numa tentativa de pressionar o governo de Nicolás Maduro. Essas sanções proíbem empresas e indivíduos dos EUA de fazer negócios com a empresa petrolífera estatal da Venezuela, PDVSA. O governo dos EUA argumenta que essas sanções são necessárias para promover a democracia e os direitos humanos na Venezuela.
O governo russo ainda não emitiu uma declaração oficial sobre a implantação de seus navios da marinha. A localização atual do Marinera e as intenções das forças dos EUA permanecem incertas. A situação está se desenvolvendo e mais atualizações são esperadas.
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