Os combates em Aleppo entre o exército sírio e as Forças Democráticas Sírias (FDS), lideradas pelos curdos, deslocaram milhares de pessoas, de acordo com um relatório da Al Jazeera publicado em 7 de janeiro de 2026. Os confrontos estão concentrados em áreas que o governo sírio declarou como zonas militares fechadas.
Resul Serdar, da Al Jazeera, relatou do local, testemunhando o conflito em curso e o subsequente êxodo de civis. As razões específicas para a escalada dos combates não ficaram imediatamente claras, mas a designação dessas áreas como zonas militares fechadas pelo governo sírio sugere uma ofensiva ou operação de segurança planejada.
As FDS, um importante aliado dos EUA na luta contra o ISIS, controlam um território significativo no norte da Síria, incluindo partes da província de Aleppo. O governo sírio, apoiado pela Rússia e pelo Irã, vê a presença das FDS como um desafio à sua soberania. Este complexo cenário geopolítico contribui para a instabilidade e o conflito em curso na região.
O relatório da Al Jazeera não especificou o número exato de pessoas deslocadas, mas descreveu a situação como um movimento em massa de civis em busca de segurança. O relatório destacou a vulnerabilidade da população deslocada, muitos dos quais provavelmente precisam de abrigo, comida e assistência médica.
Os combates em Aleppo sublinham a fragilidade dos acordos de cessar-fogo que foram implementados periodicamente na Síria. A situação permanece fluida e uma nova escalada é possível, levando potencialmente a mais deslocamentos e crise humanitária. É provável que a comunidade internacional monitore a situação de perto, com apelos à desescalada e a um retorno às negociações. O impacto a longo prazo na região e as perspectivas de uma paz duradoura permanecem incertos.
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