Deputados trabalhistas estão instando o líder do partido, Sir Keir Starmer, a reconsiderar as reformas planejadas nas taxas empresariais, citando preocupações sobre o potencial de fechamentos generalizados de pubs e danos ao setor de hospitalidade. O apelo à ação ocorre quando o alívio das taxas empresariais da era Covid está programado para expirar em abril, provocando alertas da indústria de pubs sobre a pressão financeira sobre as empresas.
Na sessão de perguntas ao primeiro-ministro, Rachael Maskell, deputada trabalhista por York Central, pressionou Starmer a revisar urgentemente as propostas, enfatizando a necessidade de "evitar uma crise" na High Street. As preocupações de Maskell refletem as ansiedades dentro do Partido Trabalhista em relação ao impacto das reformas nas empresas e economias locais.
O governo, de acordo com o primeiro-ministro Rishi Sunak, está envolvido em discussões com a indústria para explorar possíveis medidas de apoio. No entanto, a redução planejada nos descontos das taxas empresariais, inicialmente reduzida pela Chanceler Rachel Reeves em seu Orçamento de novembro de 75% para 40%, e a eliminação completa do desconto a partir de abril, alimentaram as preocupações.
Embora o governo tenha oferecido algum alívio ao reduzir o "multiplicador" usado para calcular as taxas empresariais, o reajuste do Tesouro dos valores tributáveis de propriedades comerciais criou uma situação em que algumas empresas enfrentam contas gerais mais altas. Este processo de reavaliação, destinado a refletir as condições atuais do mercado, aumentou inadvertidamente o fardo financeiro sobre certos setores.
O sistema atual de taxas empresariais, um imposto sobre a propriedade cobrado sobre propriedades comerciais, tem sido criticado há muito tempo por afetar desproporcionalmente as empresas físicas em comparação com os varejistas online. O debate sobre a reforma das taxas empresariais destaca o desafio contínuo de equilibrar a necessidade de receita do governo com o desejo de apoiar as empresas e promover o crescimento econômico. A situação permanece fluida, com as partes interessadas da indústria monitorando de perto a política do governo e defendendo medidas para mitigar as potenciais consequências negativas das próximas mudanças.
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