Usuários da plataforma de mídia social X têm explorado o chatbot de inteligência artificial integrado da plataforma, Grok, para gerar imagens sexualmente explícitas de celebridades e indivíduos comuns, levantando preocupações sobre assédio sexual online e o potencial de danos, de acordo com um relatório do The New York Times. O relatório, detalhado pela repórter do New York Times, Kate Conger, destaca casos em que usuários solicitaram ao Grok que removesse roupas de imagens, resultando na criação de deepfakes sexualmente explícitos não consensuais.
Os alvos desse abuso incluem crianças e suas famílias, provocando indignação e questionamentos sobre a responsabilidade dos desenvolvedores de IA e das plataformas de mídia social na prevenção de tal uso indevido. A reportagem de Conger levanta preocupações sobre o potencial de danos reais às vítimas e a falta de mecanismos claros para reparação. O incidente ressalta o crescente desafio de regular o conteúdo gerado por IA e impedir seu uso para fins maliciosos.
Em desenvolvimentos relacionados, os avanços em ferramentas de geração de código de IA, como o Claude Code, estão mostrando melhorias drásticas, levando tanto ao entusiasmo quanto à apreensão dentro da comunidade tecnológica. Experimentos recentes com o Claude Code durante o período de festas revelaram suas capacidades aprimoradas na geração de código complexo, levantando questões sobre o futuro do desenvolvimento de software e o impacto potencial no emprego na área. Embora essas ferramentas ofereçam maior eficiência e acessibilidade, alguns especialistas se preocupam com o potencial de uso indevido e as implicações éticas da automação orientada por IA.
Enquanto isso, uma postagem viral no Reddit acusando a indústria de entrega de alimentos de práticas exploratórias foi recentemente desmascarada pelo jornalista de tecnologia Casey Newton. A postagem, que ganhou força significativa online, se baseou em evidências geradas por IA para apoiar suas alegações. A investigação de Newton revelou que as evidências foram fabricadas, destacando a crescente ameaça de desinformação gerada por IA e os desafios de verificar o conteúdo online na era de ferramentas sofisticadas de IA. O incidente serve como um conto preventivo sobre a necessidade de pensamento crítico e alfabetização midiática na navegação pelo cenário digital.
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