Venezuelanos vivendo no Chile celebraram em Santiago no início da manhã do último sábado, após a notícia de uma operação dos EUA para capturar o presidente venezuelano Nicolás Maduro. Mais de 1.000 pessoas se reuniram no Parque Almagro, em Santiago, para comemorar a notícia, abraçando-se, aplaudindo, cantando e chorando.
As celebrações seguiram-se a uma operação dos EUA descrita como um "ataque em grande escala" em Caracas, segundo relatos. A grande diáspora venezuelana no Chile reagiu com júbilo à perspectiva de retornar ao seu país de origem e ao potencial restabelecimento da democracia.
Mary Montesinos, representante no Chile do Voluntad Popular, um dos principais partidos de oposição venezuelanos, participou das celebrações, mas pediu cautela. "O tema da conversa era que todos nós vamos para casa, o regime vai cair e vamos recuperar a nossa democracia", disse Montesinos, observando também que a captura de Maduro não garante um retorno imediato à normalidade. "Eles capturaram Maduro, mas o regi...", acrescentou, antes de alertar contra expectativas prematuras.
O Chile se tornou o lar de um número significativo de exilados venezuelanos nos últimos anos, fugindo da turbulência econômica e política em seu país de origem. A captura de Maduro representa um possível ponto de virada, mas o futuro da Venezuela permanece incerto. O cenário político é complexo e a estabilidade do país depende do que acontecerá a seguir.
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