A administração Trump mantém que a ação militar contra o Irã continua sendo uma possibilidade em meio aos protestos generalizados em curso dentro do país. A secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, declarou na segunda-feira que, embora as soluções diplomáticas sejam preferíveis, as opções militares, incluindo ataques aéreos, estão em consideração.
Leavitt enfatizou a abordagem do Presidente à política externa, afirmando: "Uma coisa em que o Presidente Trump é muito bom é sempre manter todas as suas opções em cima da mesa. E os ataques aéreos seriam uma das muitas, muitas opções que estão em cima da mesa para o comandante-em-chefe." Os seus comentários surgem quando o Irã enfrenta uma significativa agitação interna, com protestos e tumultos em grande escala relatados em todo o país.
O potencial para intervenção militar segue um padrão estabelecido durante os mandatos anteriores do Presidente Trump, onde uma postura de confronto em relação ao Irã era frequentemente adotada. As tensões entre as duas nações têm sido elevadas, particularmente após a retirada dos Estados Unidos do acordo nuclear com o Irã em 2018 e a subsequente reimposição de sanções.
A contínua consideração de opções militares por parte da administração tem gerado reações mistas. Os apoiadores de uma abordagem de linha dura argumentam que é necessário deter as ambições nucleares do Irã e as atividades regionais desestabilizadoras. Os críticos, no entanto, alertam que a ação militar pode agravar a situação, levando a um conflito mais amplo no Oriente Médio.
O Departamento de Estado não emitiu quaisquer declarações além do briefing de imprensa da Casa Branca. O Pentágono recusou-se a comentar sobre planos militares específicos, mas reiterou o seu compromisso de proteger os interesses dos EUA na região. A situação permanece fluida, e a administração está, segundo relatos, monitorando de perto os desenvolvimentos no Irã, ponderando opções diplomáticas e militares.
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