Wei, que servia como engenheiro a bordo do USS Essex, um navio de assalto anfíbio, foi acusado de fornecer manuais técnicos e de operação de navios e sistemas operacionais ao oficial de inteligência. O Departamento de Justiça afirmou que Wei recebeu mais de US$ 12.000 pelas informações que forneceu.
O caso teve origem em 3 de agosto de 2023, quando Wei, juntamente com outro marinheiro baseado na Califórnia, foram acusados de crimes relacionados à espionagem. De acordo com documentos judiciais, as ações de Wei comprometeram a segurança nacional ao fornecer a um adversário informações valiosas sobre as operações e a tecnologia naval dos EUA. As informações que ele vendeu poderiam ser usadas para neutralizar ou minar as capacidades militares dos EUA.
A investigação e o processo contra Wei destacam as preocupações contínuas sobre espionagem e a proteção de informações militares confidenciais. O governo dos EUA tem se concentrado cada vez mais na identificação e no processo de indivíduos que tentam fornecer informações confidenciais ou sigilosas a governos estrangeiros, particularmente a China. Este caso serve como um lembrete dos riscos potenciais representados por ameaças internas e da importância de manter a vigilância na proteção da segurança nacional.
O Departamento de Justiça não divulgou detalhes específicos sobre o oficial de inteligência que recebeu as informações de Wei, mas as autoridades confirmaram que o indivíduo estava trabalhando em nome do governo chinês. O caso contra o outro marinheiro acusado em agosto de 2023 está em andamento.
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