O Presidente Trump exortou os iranianos, na terça-feira, a continuarem a protestar contra o seu governo, alertando que os responsáveis pela violência contra os manifestantes enfrentarão consequências. A declaração, publicada no Truth Social, coincidiu com relatos de que os iranianos conseguiram brevemente fazer chamadas telefónicas internacionais, apesar das contínuas interrupções da internet.
A mensagem do Sr. Trump apelou aos cidadãos iranianos para "CONTINUAREM A PROTESTAR TOMEM CONTA DAS VOSSAS INSTITUIÇÕES!!!" Ele afirmou ainda: "Guardem os nomes dos assassinos e abusadores. Eles pagarão um preço alto. Cancelei todas as reuniões com funcionários iranianos até que a matança sem sentido de manifestantes PARE. A AJUDA ESTÁ A CAMINHO. MIGA!!!"
O antigo presidente já sugeriu anteriormente uma potencial intervenção militar se as autoridades iranianas empregarem força letal contra os manifestantes.
Os protestos no Irão têm decorrido há várias semanas, desencadeados pela raiva pública face às condições económicas, às políticas governamentais e às restrições sociais. O governo iraniano respondeu com medidas que incluem o encerramento da internet e relatos de repressão contra os manifestantes. A gravidade da resposta do governo tem sido difícil de verificar de forma independente devido às restrições de comunicação.
Vários iranianos que vivem no estrangeiro relataram ter recebido telefonemas de familiares no Irão, que descreveram condições caóticas. Estes relatos, transmitidos ao The New York Times, ofereceram um vislumbre da situação no terreno, apesar do apagão de informações.
O governo dos EUA impôs sanções a funcionários e entidades iranianas acusadas de abusos dos direitos humanos em conexão com os protestos. O governo Biden condenou a resposta do governo iraniano às manifestações e expressou apoio ao direito do povo iraniano à reunião pacífica e à liberdade de expressão. No entanto, a atual administração não sinalizou apoio à intervenção militar.
A situação no Irão permanece instável, com protestos contínuos e restrições contínuas à comunicação. A comunidade internacional está a acompanhar de perto os desenvolvimentos, e vários governos e organizações estão a apelar à contenção e ao respeito pelos direitos humanos.
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