Noem afirmou que "temporário significa temporário" e que permitir que cidadãos somalis permanecessem nos EUA era "contrário aos nossos interesses nacionais". Ela acrescentou: "Estamos a colocar os americanos em primeiro lugar." O anúncio surge após a expressão inicial de Donald Trump de intenção de terminar as proteções para cidadãos somalis em novembro, conforme publicado no Truth Social.
O TPS é um programa que fornece status legal temporário a cidadãos estrangeiros nos EUA que não podem retornar aos seus países de origem devido a conflitos armados, desastres naturais ou outras condições extraordinárias e temporárias. A designação permite que os beneficiários vivam e trabalhem legalmente nos Estados Unidos por um período designado, que pode ser prorrogado pelo Secretário de Segurança Interna.
A decisão de encerrar o TPS para somalis levanta preocupações sobre o impacto potencial sobre indivíduos que construíram vidas e famílias nos EUA, bem como a potencial pressão sobre a Somália, que continua a enfrentar desafios significativos relacionados à segurança, governança e condições humanitárias.
O governo Trump adotou uma postura linha-dura em relação à imigração, encerrando o TPS para vários países, incluindo El Salvador, Haiti, Nicarágua e Sudão. Essas decisões foram recebidas com contestações legais e críticas generalizadas de organizações e defensores dos direitos humanos.
O período de dois meses para os somalis deixarem os EUA ou enfrentarem a deportação provavelmente será um período de incerteza e ansiedade para indivíduos e famílias afetadas. O futuro de muitos somalis nos EUA é agora incerto, pois enfrentam a perspectiva de retornar a um país que ainda pode ser inseguro ou instável.
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