Noem afirmou que "temporário significa temporário" e que permitir que cidadãos somalis permanecessem nos EUA era "contrário aos nossos interesses nacionais". Ela enfatizou ainda a prioridade da administração de "colocar os americanos em primeiro lugar". O anúncio ocorreu durante uma conferência de imprensa na cidade de Nova York em 8 de janeiro, de acordo com a Reuters.
O TPS é um programa que permite que cidadãos estrangeiros vivam e trabalhem temporariamente nos Estados Unidos se as condições em seu país de origem os impedirem de retornar com segurança. Essas condições podem incluir conflitos armados, desastres naturais ou outras circunstâncias extraordinárias. A designação fornece aos beneficiários autorização de trabalho e proteção contra deportação.
Os críticos condenaram a decisão da administração, caracterizando-a como um ataque fanático. O anúncio coincidiu com declarações de Donald Trump indicando a intenção de sua administração de revogar a cidadania americana de imigrantes naturalizados, incluindo aqueles da Somália, condenados por fraude.
A decisão de encerrar o TPS para somalis levanta preocupações sobre o impacto potencial em indivíduos e famílias que estabeleceram vidas nos Estados Unidos. Também destaca o debate em curso sobre a política de imigração e os critérios usados para determinar a elegibilidade para proteções humanitárias. O futuro para os afetados permanece incerto, pois enfrentam a perspectiva de retornar a um país que ainda pode estar lidando com instabilidade e violência.
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