Novos confrontos eclodiram no nordeste da Síria. Isso ocorreu um dia após um acordo de cessar-fogo entre o exército sírio e as Forças Democráticas Sírias (SDF), lideradas pelos curdos. O acordo de 14 pontos, assinado no domingo, visava acabar com quase duas semanas de combates. Estipulava a retirada do SDF das províncias de Raqqa e Deir al-Zour. O SDF seria então integrado às instituições estatais.
O presidente Ahmed al-Sharaa expressou esperança de que o acordo unificasse a Síria. O comandante do SDF, Mazlum Abdi, afirmou que o combate foi "imposto" a eles. Ele aceitou o acordo "para deter o derramamento de sangue". Abdi planejava discutir a implementação em Damasco na segunda-feira.
O acordo representa um potencial revés para o SDF. Eles estavam hesitantes em renunciar à autonomia conquistada durante a luta contra o Estado Islâmico (EI). Essa autonomia era para a minoria curda da Síria. O SDF ajudou as forças lideradas pelos EUA a derrotar o EI durante a guerra civil de 13 anos na Síria.
Sharaa prometeu acabar com a divisão da Síria. Mais negociações sobre a implementação são esperadas. A situação permanece tensa.
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