Tetsuya Yamagami foi sentenciado à prisão perpétua nesta quarta-feira pelo assassinato do ex-primeiro-ministro japonês Shinzo Abe em 2022. O tribunal distrital de Nara proferiu o veredicto, após a confissão de culpa de Yamagami pelas acusações de assassinato no ano passado. Abe foi morto a tiros em um comício político em Nara, Japão, uma nação com leis rígidas de controle de armas.
Yamagami tinha Abe como alvo devido aos laços do ex-líder com a Igreja da Unificação, um grupo religioso controverso. A defesa de Yamagami argumentou que a devoção de sua mãe à igreja levou a família à falência, alimentando seu ressentimento. Os promotores buscaram a prisão perpétua, chamando o assassinato de um "ato grave".
O assassinato de Abe chocou o Japão e a comunidade internacional. O incidente destacou a rara ocorrência de violência armada no Japão e gerou debate sobre a influência da Igreja da Unificação. O tribunal rejeitou o pedido de clemência da defesa com base na educação de Yamagami. Yamagami cumprirá prisão perpétua sem liberdade condicional.
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