Republicano de Minnesota Abandona a Corrida para Governador em Meio à Reação Contra a Repressão à Imigração
Minneapolis, MN – Chris Madel, um candidato republicano ao governo de Minnesota, anunciou sua retirada da corrida na segunda-feira, citando as fracas perspectivas de vitória do Partido Republicano e condenando as táticas de aplicação da lei de imigração do governo Trump no estado. Madel criticou especificamente o recente tiroteio fatal de Alex Pretti, um enfermeiro da UTI, por um agente federal, chamando-o de "desastre absoluto", de acordo com um vídeo postado nas redes sociais.
Madel afirmou que não poderia apoiar a "retribuição declarada aos cidadãos do nosso estado" pelo Partido Republicano nacional, nem poderia permanecer membro de um partido que buscasse tais ações. Sua saída ressalta a crescente oposição bipartidária às políticas de imigração do governo Trump em Minnesota, que se intensificou após a morte de Pretti em 24 de janeiro.
O tiroteio de Pretti, que as autoridades do governo Trump inicialmente retrataram como um agitador violento, desencadeou protestos generalizados e pedidos de uma investigação independente sobre as táticas de aplicação da lei de imigração. Esses apelos se tornaram mais altos desde que outro residente de Minneapolis foi morto a tiros por agentes em seu carro semanas antes, de acordo com a Fortune.
Em resposta ao aumento das tensões, o presidente Trump anunciou que seu "czar da fronteira", Tom Homan, seria enviado a Minneapolis esta semana. Homan atuou anteriormente como chefe da ICE Enforcement and Removal sob o governo Obama, de acordo com a Fortune. Sua chegada coincide com as crescentes demandas de republicanos e democratas por maior escrutínio das táticas de aplicação da lei de imigração.
A situação em Minnesota se desenrola em meio a outros desenvolvimentos significativos no cenário global. Um grupo de ataque de porta-aviões, liderado pelo USS Abraham Lincoln e incluindo três destróieres, chegou ao Oriente Médio, anunciou o Comando Central dos EUA na segunda-feira. A implantação, destinada a "promover a segurança e a estabilidade regional", aumenta o potencial para o presidente Trump ordenar ataques aéreos ao Irã, de acordo com a Fortune. O grupo de ataque estava localizado no Oceano Índico, não no Mar Arábico, que faz fronteira com o Irã, e trará milhares de militares adicionais para a região.
Enquanto isso, no Oriente Médio, Israel anunciou a recuperação do corpo do último refém em Gaza, abrindo caminho para a próxima fase do plano de paz do presidente Trump, informou a NPR. Os militares identificaram o corpo como sendo o de Ran Gvili, 24.
Na Europa, o secretário-geral da OTAN, Mark Rutte, dirigiu-se aos legisladores da UE em Bruxelas na segunda-feira, afirmando que a Europa permanece incapaz de se defender sem o apoio militar dos EUA. "Se alguém aqui pensa que a União Europeia ou a Europa como um todo pode se defender sem os EUA, continue sonhando. Você não pode", afirmou Rutte, enfatizando a necessidade de as nações europeias mais do que dobrarem suas atuais metas de gastos militares, de acordo com a NPR.
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