Austrália Sofre com Onda de Calor Recorde com Temperaturas Próximas a 50°C
Partes da Austrália experimentaram temperaturas recordes, aproximando-se dos 50 graus Celsius (122 graus Fahrenheit), durante uma prolongada onda de calor na terça-feira, 27 de janeiro de 2026. As cidades rurais de Hopetoun e Walpeup, no estado de Victoria, registraram provisoriamente máximas de 48,9°C (120°F), de acordo com a Associated Press. Se confirmadas, essas temperaturas ultrapassariam os recordes estabelecidos em 2009, o ano dos devastadores incêndios florestais do Sábado Negro, que resultaram em 173 mortes.
Embora nenhuma fatalidade tenha sido relatada na terça-feira, as autoridades de Victoria pediram cautela. A onda de calor ocorre enquanto o país enfrenta questões econômicas e políticas mais amplas.
Em outras notícias, um novo livro, "O Legado Windsor", detalha uma discussão acalorada entre a Rainha Elizabeth II e o Príncipe Philip em 1954 durante uma turnê real na Austrália. De acordo com a Fox News, o livro descreve "ataques de raiva, trocas ríspidas e a ocasional luta explosiva" por trás das portas do palácio.
Enquanto isso, o Presidente Trump tem agendada uma visita a Iowa na terça-feira para promover suas políticas econômicas, apesar das dificuldades econômicas enfrentadas por muitos residentes. O The New York Times relata que a economia de Iowa, fortemente dependente da agricultura, foi negativamente impactada pelas políticas comerciais de Trump, particularmente as tarifas. Essas tarifas aumentaram o custo de máquinas e materiais para os agricultores, com o preço de silos de metal e tratores disparando. A suspensão retaliatória da China às compras de produtos agrícolas americanos também cortou os exportadores de soja de Iowa de seu maior comprador.
Globalmente, dívidas recordes ou quase recordes em nações ricas como os Estados Unidos, Grã-Bretanha, França, Itália e Japão ameaçam o crescimento global, de acordo com o The New York Times. Essa dívida pode prejudicar o crescimento e semear instabilidade financeira, forçando os países a alocar fundos para pagamentos de juros que poderiam ser usados para saúde, infraestrutura ou educação.
Aumentando as tensões internacionais, os gastos com defesa do Canadá têm sido alvo de críticas. A Fox News informa que o Canadá, com um PIB de 2,4 trilhões, não gasta 2% de seu PIB em defesa, um padrão mínimo para os membros da aliança da OTAN. O Primeiro-Ministro Mark Carney prometeu atingir essa meta até 2030.
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