Múltiplas Crises se Desenrolam ao Redor do Mundo
Uma forte tempestade de inverno nos Estados Unidos já causou a morte de pelo menos 30 pessoas, enquanto incêndios florestais na região da Patagônia, na Argentina, reacenderam, queimando mais de 30.000 hectares. Em outras notícias, os restos mortais do último refém israelense em Gaza foram recuperados, e o chefe da Patrulha de Fronteira dos EUA em Minneapolis deve deixar o cargo em meio a críticas.
Os Estados Unidos estão lidando com uma tempestade de inverno histórica que causou transtornos generalizados, incluindo atrasos no trânsito, cancelamentos em massa de voos e quedas de energia, de acordo com a Euronews. Espera-se que as temperaturas congelantes persistam em grande parte do país, sendo o Centro-Oeste, o Sul e o Nordeste os mais afetados. Uma nova onda de ar ártico deve prolongar a onda de frio em áreas já cobertas de neve e gelo.
Na Argentina, incêndios florestais reacenderam na região da Patagônia, consumindo mais de 30.000 hectares de floresta desde dezembro, informou a Euronews. Aproximadamente 500 bombeiros foram enviados à província de Chubut para combater as chamas. Outros 170 bombeiros estão trabalhando para conter incêndios perto da fronteira chilena em Puerto Patriada, onde incêndios que começaram no início de janeiro já devastaram mais de 22.000 hectares. Investigadores confirmaram a presença de gases inflamáveis no ponto de ignição dos incêndios.
Enquanto isso, no Oriente Médio, as Forças de Defesa de Israel (IDF) anunciaram a recuperação dos restos mortais de Ran Gvili, o último refém israelense em Gaza, informou a Sky News. Gvili, um policial de 24 anos, era sargento de primeira classe na unidade especial da polícia israelense. A identificação dos restos mortais foi confirmada pelo Instituto Nacional de Medicina Forense, em cooperação com a polícia israelense e o rabinato militar, de acordo com o IDF. O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, saudou a recuperação como "uma conquista incrível" e afirmou: "Eu prometi que traríamos todos para casa e trouxemos todos para casa".
Nos Estados Unidos, o chefe da Patrulha de Fronteira dos EUA, Greg Bovino, deve deixar Minneapolis na terça-feira, junto com outros agentes, informou a Euronews. A medida ocorre após fortes críticas após um segundo tiroteio fatal em meio à repressão à imigração do governo Trump na cidade. O presidente Donald Trump reduziu a presença federal em Minneapolis e substituirá Bovino pelo czar da fronteira, Tom Homan, de acordo com as autoridades.
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