Trump Ameaça Tarifas à Coreia do Sul em Meio a Preocupações Econômicas e de Segurança Globais
Washington D.C. - O Presidente Donald Trump ameaçou aumentar as tarifas sobre produtos sul-coreanos, citando a demora da assembleia nacional do país em aprovar uma estrutura comercial anunciada no ano passado, de acordo com publicações nas redes sociais na segunda-feira. Trump afirmou que os impostos de importação seriam aumentados sobre automóveis, madeira e medicamentos farmacêuticos da Coreia do Sul, com a taxa sobre outros bens aumentando de 15% para 25%.
Trump impôs anteriormente as tarifas declarando uma emergência econômica e ignorando o Congresso, enquanto a Coreia do Sul precisava de aprovação legislativa para a estrutura anunciada em julho e confirmada durante a visita de Trump ao país em outubro. "Nossos Acordos Comerciais são muito importantes para a América. Em cada um desses Acordos, agimos rapidamente para reduzir nossas TARIFAS em linha com a Transação acordada", disse Trump.
A ameaça tarifária surge em meio a preocupações mais amplas sobre as capacidades de defesa europeias e o papel dos EUA na segurança global. O Secretário-Geral da OTAN, Mark Rutte, afirmou na segunda-feira que a Europa é incapaz de se defender sem o apoio militar dos EUA. "Se alguém aqui pensa que a União Europeia ou a Europa como um todo pode se defender sem os EUA, continue sonhando. Não pode", disse Rutte a legisladores da UE em Bruxelas, insistindo que a Europa teria que mais do que dobrar as metas atuais de gastos militares para ser capaz de fazê-lo.
Enquanto isso, no mundo dos negócios, o CEO da Pfizer, Albert Bourla, refletiu sobre a liderança da empresa durante a pandemia de COVID-19. Em uma entrevista com a Editora-Chefe da Fortune, Alyson Shontell, Bourla, um veterinário por formação, discutiu os esforços da empresa para combater a crise, incluindo sua colaboração com a BioNTech para levar a primeira vacina COVID-19 aprovada pela FDA ao mercado e a introdução do Paxlovid.
O mercado de tênis dos EUA continua a crescer, com a varejista britânica JD Sports Fashion buscando expandir sua presença. A JD Sports Fashion atualmente tem quase 400 lojas na América do Norte e planeja chegar a 800 abrindo novas lojas e convertendo lojas da rede Finish Line que adquiriu. O CEO da JD, Régis Schultz, vê uma oportunidade significativa no mercado de tênis de US$ 24 bilhões, que agora representa cerca de 60% do mercado de calçados dos EUA.
Em Minneapolis, as tensões permanecem altas, como evidenciado por um incidente recente envolvendo uma repórter sendo confundida com um agente do ICE. A repórter, enquanto esperava por um colega, foi examinada por uma mulher que suspeitava que ela pudesse ser uma agente da Imigração e Alfândega.
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