O Presidente Donald Trump embarcou numa agressiva campanha eleitoral de meio de mandato em Iowa na terça-feira, alertando os apoiantes de que as perdas republicanas no Congresso poriam em risco as principais prioridades da administração, de acordo com a Fox News. Ao mesmo tempo, Trump abordou a aplicação das leis de imigração em Minneapolis e as relações dos EUA com o Iraque.
Durante um discurso em Iowa, Trump instou os republicanos a comparecerem e a "vencerem as eleições de meio de mandato", enfatizando que perder o controlo do Congresso desfaria os cortes de impostos, as políticas de fronteira e a sua agenda mais ampla para o segundo mandato, informou a Fox News. "Se perdermos as eleições de meio de mandato, perderão muitas das coisas de que estamos a falar", afirmou Trump, citado pela Fox News.
Em separado, Trump indicou uma potencial mudança nas táticas de aplicação das leis de imigração em Minneapolis, após a reação negativa ao tiroteio fatal de um manifestante por agentes da Patrulha de Fronteira no sábado, informou o New York Times. "Vamos desescalar um pouco", disse Trump, de acordo com o New York Times, embora não tenha especificado quais as mudanças que seriam implementadas. Ele também comentou sobre Alex Pretti, a enfermeira da unidade de terapia intensiva baleada por agentes da Patrulha de Fronteira, por portar legalmente uma arma com uma licença, observou o New York Times. "Não se pode entrar com armas", disse Trump aos repórteres, citado pelo New York Times. Para lidar com a situação em Minneapolis, Trump enviou Tom Homan, o seu "czar da fronteira", para liderar a aplicação das leis de imigração no terreno, informou a BBC. Homan servirá como o "principal ponto de contacto no terreno" e reunir-se-á com os responsáveis da cidade, de acordo com a BBC. Esta medida surge numa altura em que se espera que Gregory Bovino, o chefe da patrulha de fronteira dos EUA em Minneapolis, deixe a cidade, acrescentou a BBC.
Em outras notícias internacionais, Trump ameaçou acabar com o apoio dos EUA ao Iraque se Nouri al-Maliki, que tem ligações ao Irão, for selecionado como primeiro-ministro, informou a BBC. Maliki foi escolhido por uma aliança de partidos liderados por xiitas como seu candidato a primeiro-ministro. "Da última vez que Maliki esteve no poder, o país mergulhou na pobreza e no caos total", escreveu Trump no Truth Social, citado pela BBC.
Entretanto, na Ucrânia, o Presidente Volodymyr Zelensky condenou um ataque de drones russos a um comboio de passageiros na região de Kharkiv, chamando-o de "terrorismo", informou a BBC. O ataque terá matado pelo menos quatro pessoas e deixado outras quatro desaparecidas, com mais de 200 pessoas a bordo, de acordo com a BBC. Anteriormente, as autoridades em Odessa relataram três mortes num ataque noturno de drones russos, acrescentou a BBC.
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