Kim Keon Hee, a esposa do ex-presidente da Coreia do Sul, Yoon Suk Yeol, foi sentenciada a 20 meses de prisão por corrupção, de acordo com a BBC World e o The Guardian. A ex-primeira-dama foi considerada culpada de aceitar subornos da controversa Igreja da Unificação.
O tribunal de Seul já havia aprovado um mandado de prisão para Kim em agosto, citando a possibilidade de que ela pudesse destruir evidências, informou o The Guardian. Além da pena de prisão, Kim foi ordenada a devolver um colar de diamantes e a pagar 12,85 milhões de won, de acordo com a BBC World.
No entanto, o tribunal absolveu Kim, de 52 anos, das acusações de manipulação de preços de ações e de recebimento de pesquisas de opinião gratuitas de um corretor político antes da eleição presidencial de 2022, que seu marido Yoon Suk Yeol venceu, observou a BBC World.
Yoon Suk Yeol já foi condenado a cinco anos de prisão por abuso de poder e obstrução da justiça em relação à sua fracassada tentativa de lei marcial em 2024, informou a BBC World. Além disso, Yoon aguarda um veredicto sobre uma acusação de rebelião de alto risco que pode resultar em pena de morte ou prisão perpétua, de acordo com o The Guardian.
Esta é a primeira vez na história da Coreia do Sul que a esposa de um ex-presidente é presa. Kim está presa desde agosto, quando o tribunal de Seul aprovou um mandado para prendê-la, citando a chance de que ela pudesse destruir evidências.
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