Ilhan Omar Pede o Impeachment de Noem e a Abolição do ICE em Meio a Protestos
Minneapolis, MN – A Deputada Ilhan Omar, Democrata de Minnesota, pediu o impeachment da Governadora da Dakota do Sul, Kristi Noem, e a abolição do Serviço de Imigração e Alfândega (ICE) após uma conferência de imprensa realizada um dia depois de ter sido atingida com uma substância desconhecida num evento público no seu distrito na noite de terça-feira. A conferência de imprensa, realizada em conjunto com a Deputada Ayanna Pressley, Democrata de Massachusetts, focou-se na retaliação contra as forças federais da lei após um tiroteio fatal em Minneapolis envolvendo agentes federais de imigração.
O pedido de ação surgiu depois de um homem, identificado como Alex Pretti, ter sido fatalmente baleado por agentes da Patrulha de Fronteira dos EUA em Minneapolis. De acordo com a Fox News, imagens de vídeo surgiram mostrando um homem semelhante a Pretti a cuspir em agentes federais e a danificar um SUV do governo dias antes do tiroteio. O vídeo, alegadamente gravado em 13 de janeiro e divulgado pelo The News Movement, mostrava o homem a gritar e a cuspir em agentes federais antes de chutar a lanterna traseira de um SUV federal.
A crítica de Omar às forças federais da lei e ao ICE não é nova. "Ilhan Omar diz que abolir o ICE é o 'mínimo' que deve acontecer após os tiroteios em Minneapolis", noticiou a Fox News.
O incidente envolvendo Omar ocorreu no seu próprio evento no norte de Minneapolis. De acordo com o New York Times, o ataque seguiu-se a anos de retórica direcionada contra ela pelo ex-Presidente Trump. Trump destacou Omar num comício no Iowa, afirmando que os imigrantes que entram nos Estados Unidos devem "mostrar que podem amar o nosso país; têm de estar orgulhosos, não como Ilhan Omar". A multidão respondeu com vaias. O New York Times notou que Trump tem "demonizado e desumanizado" Omar durante anos com "ataques racistas e xenófobos", incluindo dizer-lhe para "voltar para o seu país" e referindo-se a ela como "lixo".
O momento do incidente também coincidiu com discussões sobre o Comando de Defesa Aeroespacial da América do Norte (NORAD). O New York Times noticiou que o NORAD, um acordo da era da Guerra Fria entre os Estados Unidos e o Canadá, ganhou atenção à medida que a administração Trump enfatizava a necessidade de uma defesa ártica mais forte.
Em outras notícias, o Senador Marco Rubio discutiu o governo interino da Venezuela concordando em apresentar um orçamento mensal à administração Trump, de acordo com o New York Times. O orçamento permitiria à Casa Branca liberar dinheiro de uma conta financiada pelas vendas de petróleo do país, inicialmente gerida pelo Qatar. Os Democratas levantaram preocupações sobre o plano, questionando a sua legalidade e transparência, particularmente no que diz respeito ao envolvimento do Qatar. Rubio admitiu que o plano era "novo e concebido às pressas".
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