O Presidente Donald Trump enfrentou crescente pressão política em múltiplas frentes, incluindo política de imigração, dissidência interna do partido e competição tecnológica com a China, de acordo com várias fontes de notícias.
Na frente da imigração, ativistas organizaram uma greve geral nacional em 30 de janeiro para protestar contra as políticas de imigração do Presidente Trump após os tiroteios fatais de duas pessoas por agentes federais em Minneapolis, informou a Time. A campanha "National Shutdown" (Paralisação Nacional) convocou um dia sem escola, sem trabalho e sem compras para interromper as operações do Serviço de Imigração e Alfândega (ICE). O site da campanha declarou: "O povo das Cidades Gêmeas mostrou o caminho para todo o país para deter o reinado de terror do Serviço de Imigração e Alfândega, precisamos PARALISÁ-LO." Isso seguiu uma greve semelhante em Minneapolis depois que um oficial do ICE baleou Renee Good, de 37 anos.
Enquanto isso, os democratas do Senado revelaram três exigências relacionadas ao ICE como parte de um projeto de lei de gastos de aprovação obrigatória, potencialmente levando a uma paralisação do governo, de acordo com a Time. O senador Chuck Schumer, de Nova York, líder democrata, afirmou que o partido queria apertar os requisitos de mandado do ICE, introduzir um código de conduta uniformizado para seus agentes e exigir que todos os agentes do ICE estivessem sem máscara e equipados com câmeras corporais. "Queremos acabar com as patrulhas itinerantes", disse Schumer, delineando os objetivos dos democratas.
Em outras notícias, o Presidente Trump promoveu sua iniciativa "Trump Accounts" (Contas Trump) em um evento do Tesouro dos EUA, informou a Time. O programa visava dar a cada recém-nascido americano uma participação financeira no futuro. "Financiaremos essas contas pessoais com uma contribuição inicial de 1.000 que se acumulará e crescerá ao longo de suas vidas", afirmou Trump. Pais e outros contribuintes poderiam adicionar até 5.000 anualmente à conta, potencialmente atingindo um total de pelo menos 50.000 quando a criança completar 18 anos. O Presidente creditou os bilionários da tecnologia Michael e [nome faltando na fonte] por seu apoio.
Além disso, o Presidente Trump também estava focado na posição dos Estados Unidos na corrida global da inteligência artificial, informou a Time. O artigo fez referência a um evento hipotético em 20 de janeiro de 2025, quando uma empresa chinesa, DeepSeek, lançou um modelo de IA chamado R1, que foi considerado um "momento Sputnik" para a indústria de IA da China. De acordo com a Time, Trump anunciou o plano de ação de IA de sua administração, intitulado "Winning the Race" (Vencendo a Corrida), afirmando: "Quer queiramos ou não, estamos repentinamente envolvidos em uma competição acelerada para construir e definir esta tecnologia inovadora que determinará muito sobre o futuro da civilização."
Internamente, o Presidente Trump criticou publicamente vários legisladores republicanos que estavam concorrendo à reeleição e endossou seus oponentes nas próximas primárias, de acordo com a Time. Do deputado do Kentucky Thomas Massie à senadora do Maine Susan Collins, Trump criticou os legisladores republicanos que criticaram suas políticas ou romperam com ele em seus votos. As eleições de novembro foram consideradas cruciais para o equilíbrio partidário de poder em Washington, já que o partido do Presidente em exercício normalmente perde assentos nas eleições de meio de mandato.
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