Governo Trump Enfrenta Escrutínio Sobre Políticas de Imigração e Proteção Salarial
Washington, D.C. – O governo Trump enfrentou crescente escrutínio em múltiplas frentes na quarta-feira, 29 de janeiro de 2026, com a estreia de um novo documentário sobre a Primeira-Dama Melania Trump em meio à controvérsia sobre as mudanças propostas para a proteção salarial de cuidadores domiciliares e a renovada atenção às táticas de fiscalização da imigração.
Um documentário de grande orçamento intitulado "Melania", sobre a Primeira-Dama Melania Trump, estreou com um evento chamativo no recém-renomeado Trump Kennedy Center em Washington, D.C., de acordo com a NPR News. O filme, adquirido pela Amazon por US$ 40 milhões, está programado para ser lançado em 1.500 telas nos EUA neste fim de semana, um lançamento altamente não convencional para este tipo de filme, informou a NPR.
Enquanto isso, as mudanças propostas pelo governo para a proteção salarial de cuidadores domiciliares atraíram críticas. De acordo com a NPR News, mais de 3 milhões de cuidadores domiciliares podem perder o direito ao pagamento de horas extras e ao salário mínimo federal sob uma regra proposta pelo Departamento do Trabalho. O governo argumentou que as mudanças eram necessárias para lidar com o alto custo dos cuidados com idosos na América, mas os críticos argumentaram que elas prejudicariam desproporcionalmente os trabalhadores de baixa renda.
Aumentando a controvérsia, novas imagens surgiram mostrando Alex Pretti, um enfermeiro de unidade de terapia intensiva de 37 anos, em uma altercação com agentes federais durante um protesto em Minneapolis 11 dias antes de ser fatalmente baleado por oficiais da Patrulha de Fronteira, informou a Euronews. O vídeo, filmado em 13 de janeiro e compartilhado pelo The News Movement, mostrou Pretti gritando junto com outros manifestantes. O incidente ocorreu em meio à crescente indignação pública sobre a repressão à imigração do governo Trump, com muitos democratas e manifestantes pedindo que os oficiais federais de imigração deixassem Minnesota, de acordo com a Euronews.
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