Documentário de Melania Trump Estreia em Meio a Processos Judiciais Contra Universidades e Mudanças no Varejo
Um novo documentário de alto orçamento sobre a ex-primeira-dama Melania Trump estreou hoje no recém-nomeado Trump Kennedy Center, de acordo com a NPR News. O filme, intitulado "Melania", acompanha a ex-primeira-dama enquanto ela se prepara para retornar à Casa Branca.
A estreia coincidiu com outros eventos significativos, incluindo processos judiciais em andamento movidos pelo governo Trump contra universidades e mudanças no cenário do varejo.
De acordo com a NPR News, há um ano, o ex-presidente Trump emitiu uma ordem executiva visando o antissemitismo em campi universitários, levando a investigações em várias escolas. Agências federais subsequentemente retiveram bilhões de dólares em contratos e subsídios de várias universidades de alto nível, pressionando-as a alinhar suas políticas mais estreitamente com o governo Trump.
Enquanto isso, no mundo dos negócios, a Amazon anunciou o fechamento de suas lojas de supermercado Fresh e lojas Go automatizadas, somando-se à sua lista de experimentos fracassados de lojas físicas, informou a Fortune. A Amazon declarou em seu site que, embora tivessem visto "sinais encorajadores" em suas lojas de supermercado físicas da marca Amazon, ainda não haviam criado uma "experiência de cliente verdadeiramente distinta com o modelo econômico certo necessário para a expansão em larga escala". Os fechamentos ocorreram um dia antes do anúncio da Amazon de 16.000 demissões corporativas, algumas das quais estavam relacionadas aos fechamentos da Go e Fresh.
Esses eventos ocorreram enquanto o Walmart se preparava para mudanças de liderança, com Doug McMillon programado para se aposentar em 1º de fevereiro e John Furner assumindo o cargo de CEO, observou a Fortune. A empresa também está implementando outras mudanças em sua C-suite, sinalizando uma mudança para se tornar uma empresa focada em tecnologia.
Na comunidade científica, a Nature News publicou um estudo sobre o transtorno do espectro autista (TEA), destacando a identificação de mais de 100 genes que abrigam mutações raras de risco por meio de duas décadas de estudos genéticos. O estudo utilizou células-tronco pluripotentes induzidas humanas (hiPS) para identificar mecanismos compartilhados e distintos de mutações ligadas ao TEA.
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