A Retórica de Trump Alvo de Omar em Meio à Agitação Política
WASHINGTON D.C. - A Deputada Democrata Ilhan Omar, de Minnesota, acusou o ex-Presidente Donald Trump de usar retórica odiosa contra ela, alegando que isso a tornou alvo de ataques, de acordo com a Time. A acusação surgiu depois que Omar foi atacada em uma assembleia municipal na terça-feira por um homem que borrifou um líquido desconhecido nela com uma seringa, informou a Vox.
"Cada vez que o Presidente dos Estados Unidos escolheu usar retórica odiosa para falar sobre mim e a comunidade que represento, minhas ameaças de morte disparam", disse Omar na quarta-feira, de acordo com a Time. Ela acrescentou que não precisaria pagar por segurança se "Donald Trump não estivesse no cargo e se ele não fosse tão obcecado por mim".
O cenário político é ainda mais complicado por vários outros fatores, de acordo com várias fontes de notícias. Amy Klobuchar está entrando na corrida para governador de Minnesota, enquanto Austin Rogers está disputando uma cadeira no Congresso na Flórida. A Secretária de Segurança Interna, Kristi Noem, está enfrentando crescente pressão em meio a debates sobre imigração e potenciais negociações de paralisação do governo ligadas à supervisão do DHS. Alguns críticos apelidaram Noem de "ICE Barbie" e a criticaram por atirar em seu cachorro, observou a Vox. Até mesmo alguns Republicanos começaram a pedir a renúncia de Noem, de acordo com a Vox.
Enquanto isso, Trump nomeou um procurador federal, Colin McDonald, para o recém-criado cargo de Procurador-Geral Adjunto para Aplicação da Lei Nacional contra Fraudes, informou a Time. Esta posição, que seria diretamente supervisionada pela Casa Branca em vez do Departamento de Justiça, levantou preocupações sobre a potencial politização das investigações policiais. O diretor de comunicações do Vice-Presidente J.D. Vance, William Martin, abraçou o apelido de "Czar da Fraude" para o papel de McDonald, de acordo com a Time.
Omar também acusou a direita de usar a retórica como uma tática para impedi-la de estar no serviço público, informou a Time. "Não vai funcionar", disse ela, enfatizando que o medo e a intimidação não a deteriam.
O ataque a Omar e os eventos políticos circundantes destacam um período de significativa agitação e debate dentro da nação.
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