China Executa 11 Ligados a Operações de Fraude em Myanmar Enquanto o Primeiro-Ministro do Reino Unido Visita Pequim
Pequim executou 11 indivíduos na quinta-feira que estavam ligados a gangues criminosas que operavam em Myanmar, de acordo com a mídia estatal. Os indivíduos executados incluíam membros-chave envolvidos em operações de fraude que florescem nas zonas fronteiriças sem lei de Myanmar. Esses complexos de fraude fazem parte de uma indústria ilícita de bilhões de dólares. As execuções sinalizam um esforço intensificado da China para cooperar com as nações do Sudeste Asiático no combate a essas operações.
A notícia surge quando Keir Starmer se tornou o primeiro primeiro-ministro britânico a visitar a China desde Theresa May em 2018. Starmer prometeu trazer estabilidade e clareza à abordagem do Reino Unido em relação a Pequim antes das conversas com o líder chinês Xi Jinping. O Reino Unido enfrenta uma série de discussões estratégicas sobre o papel da China na tecnologia verde e na economia global.
Enquanto isso, nos Estados Unidos, o "Czar da Fronteira" da Casa Branca, Tom Homan, anunciou uma mudança nas táticas dos agentes federais de imigração em Minnesota. Homan, que está substituindo Gregory Bovino como chefe de operações no estado, afirmou que os agentes conduzirão operações direcionadas em vez de operações abrangentes. A mudança de abordagem foi anunciada em 29 de janeiro de 2026.
As tensões permanecem altas no Oriente Médio, com os Estados Unidos aumentando sua presença militar perto do Irã. A Al Jazeera informou em 29 de janeiro de 2026 que os EUA intensificaram as ameaças contra o Irã se este não concordar com suas exigências, com alegações do ex-presidente Trump de que uma enorme armada está se acumulando na região.
No Irã, um clima de medo teria sido restaurado após uma repressão aos manifestantes. A Sky News informou que médicos compartilharam relatos perturbadores de suposta brutalidade desencadeada pelo regime. O acesso esporádico à internet dificulta a criação de uma imagem precisa da situação. A Sky News falou com profissionais médicos que compartilharam relatos da suposta brutalidade.
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