Aqui está um artigo de notícias sintetizando as informações fornecidas:
Meta Quase Dobrará Gastos com IA; Irã Restaura Acesso Limitado à Internet em Meio a Repressão
A Meta, empresa controladora do Facebook, anunciou planos para quase dobrar seus gastos com projetos de inteligência artificial (IA) este ano, mesmo com alguns executivos alertando sobre uma potencial bolha no setor. Enquanto isso, no Irã, alguns cidadãos estão recuperando o acesso à internet após quase três semanas de uma suspensão imposta pelo governo, embora o acesso permaneça rigidamente controlado.
A Meta espera gastar até US$ 35 bilhões em infraestrutura relacionada à IA em 2025, um aumento significativo em relação aos US$ 72 bilhões gastos no ano anterior, de acordo com uma teleconferência com analistas financeiros na quarta-feira. Nos últimos três anos, a gigante da tecnologia investiu aproximadamente US$ 140 bilhões em um esforço para liderar o boom da IA. O CEO Mark Zuckerberg prevê que "2026 [será] o ano em que a IA mudará drasticamente a maneira como nós..."
No Irã, o acesso à internet foi cortado em 8 de janeiro, no que foi amplamente interpretado como uma tentativa de suprimir o fluxo de informações sobre uma repressão do governo contra manifestantes. O ministro das Relações Exteriores iraniano, Abbas Araghchi, afirmou que a internet foi bloqueada em resposta ao que ele descreveu como "operações terroristas". Embora algum acesso à internet tenha sido restaurado, análises independentes sugerem que grande parte do país permanece efetivamente desconectada do mundo exterior. A suspensão afetou cerca de 92 milhões de cidadãos iranianos.
Em outras notícias, um documentário sobre a ex-primeira-dama dos EUA, Melania Trump, não será exibido nos cinemas sul-africanos. A Filmfinity, distribuidora sul-africana, decidiu não lançar o filme, intitulado "Melania", de acordo com o New York Times e o site News24, com sede na África do Sul. A empresa não declarou explicitamente os motivos da decisão. O filme estava originalmente programado para ser lançado na sexta-feira. Como parte da promoção do documentário, Melania Trump tocou o sino de abertura da Bolsa de Valores de Nova York na quarta-feira.
Enquanto isso, na França, a Assembleia Nacional aprovou um projeto de lei para abolir o conceito de "direitos conjugais", que implica um dever conjugal de fazer sexo. O projeto de lei adiciona uma cláusula ao código civil do país, esclarecendo que a "comunidade de vida" não cria uma "obrigação de relações sexuais". A lei proposta também impede o uso da falta de relações sexuais como motivo para divórcio por culpa. Os apoiadores esperam que a lei dissuada o estupro marital, argumentando que permitir que tal direito ou dever persista implica consentimento.
Nos Estados Unidos, o ator Dean Cain respondeu à alegação de Ethan Hawke de que a América não é mais um país livre para celebridades. Depois que Hawke sugeriu que se expressar publicamente agora tem consequências que ele nunca sentiu antes, Cain escreveu no X: "Tente ser conservador, amigo". Hawke fez os comentários esta semana no Festival de Cinema de Sundance, onde seu filme "The Weight" estreou, alegando que a atmosfera na América mudou fundamentalmente. Cain já se juntou ao ICE para "defender" agentes que foram "vilipendiados" por fazerem seus trabalhos.
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