Eis um artigo de notícias sintetizando as informações fornecidas:
Refém Israelense Diz Que Pode "Respirar Novamente" Após o Corpo do Último Refém Ser Devolvido; Autoridade Aceita Alto Número de Mortos Palestinos
Um homem israelense, Sasha Troufanov, que foi mantido como refém em Gaza por quase 500 dias, disse que podia "respirar novamente" após o retorno do corpo do último refém esta semana, de acordo com a BBC World. Troufanov, um engenheiro eletrônico da Amazon, foi feito refém em 7 de outubro de 2023 por homens armados da Jihad Islâmica Palestina. Sua noiva, mãe e avó também foram sequestradas, mas foram libertadas após mais de 50 dias. Troufanov foi libertado há um ano, após 498 dias em cativeiro. Ele disse à BBC que o retorno do corpo de Ran Gvlili foi um "grande alívio", sinalizando que todos os cativos libertados podem "agora respirar e começar nossas vidas novamente".
Enquanto isso, a mídia israelense informou que uma fonte sênior de segurança declarou que os militares aceitam que mais de 70.000 palestinos foram mortos durante a guerra em Gaza, de acordo com a BBC World. Este número, fornecido anteriormente pelo ministério da saúde administrado pelo Hamas, foi recebido com ceticismo por Israel. No entanto, a ONU e outros grupos de direitos humanos consideraram os números confiáveis, e a mídia internacional os citou amplamente. A guerra começou após o ataque liderado pelo Hamas ao sul de Israel em 7 de outubro de 2023, que resultou em cerca de 1.200 mortes e 251 reféns feitos. Israel respondeu com uma campanha militar em Gaza.
Em outras notícias, um documentário sobre a ex-primeira-dama dos EUA, Melania Trump, não será exibido nos cinemas sul-africanos, informou a BBC World. A Filmfinity, a distribuidora sul-africana, decidiu não lançar o filme, intitulado "Melania". O chefe de vendas e marketing da Filmfinity disse ao New York Times e ao News24 que o filme não seria lançado, mas não forneceu razões específicas.
Separadamente, alguns cidadãos do Irã estão recuperando o acesso à internet após quase três semanas de um desligamento imposto pelo governo, de acordo com a BBC Technology. O desligamento, que começou em 8 de janeiro, foi amplamente visto como uma tentativa de suprimir informações sobre a repressão do governo aos manifestantes. O ministro das Relações Exteriores iraniano, Abbas Araghchi, afirmou que a internet foi bloqueada em resposta a "operações terroristas". Embora algum acesso tenha sido restaurado, análises independentes sugerem que grande parte do país permanece isolada do mundo exterior.
Finalmente, ministros no Reino Unido rejeitaram os pedidos de indenização para mulheres afetadas por mudanças na idade da aposentadoria estatal, informou a BBC Business. Os ativistas dizem que 3,6 milhões de mulheres nascidas na década de 1950 não foram devidamente informadas sobre o aumento da idade da aposentadoria estatal, o que a equiparou à dos homens. O grupo Women Against State Pension Inequality (Waspi) criticou a decisão, com Angela Madden, que lidera a campanha Waspi há anos, chamando-a de "completo desprezo" por aqueles afetados. O governo reconsiderou o caso depois que um novo documento veio à tona, mas concluiu que nenhuma indenização deveria ser paga.
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