A Apple reportou vendas recordes de iPhones nos últimos três meses do ano passado, impulsionando um aumento de 16% na receita, para US$ 144 bilhões, o crescimento mais forte desde 2021, de acordo com um relatório divulgado na quinta-feira. Embora as vendas de iPhones tenham disparado, outros setores da empresa registraram quedas.
O aumento da receita foi atribuído ao aumento das vendas em várias regiões, incluindo China, Europa, Américas e Japão, de acordo com a BBC. O CEO da Apple, Tim Cook, afirmou que a empresa estava em "modo de busca de suprimentos" para atender à alta demanda dos clientes por iPhones.
No entanto, nem todas as linhas de produtos da Apple tiveram o mesmo desempenho. As vendas de computadores Mac diminuíram pouco mais de 7%, e as de wearables e acessórios, incluindo o Apple Watch e os AirPods, caíram cerca de 3%, de acordo com a BBC.
Em outras notícias internacionais, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou uma ordem executiva para impor novas tarifas a qualquer país que forneça petróleo a Cuba, de acordo com a Al Jazeera. A ordem, assinada na quinta-feira, descreve o governo cubano como uma ameaça incomum e extraordinária à segurança nacional dos EUA.
Também na quinta-feira, o primeiro-ministro canadense, Mark Carney, saudou vários novos acordos comerciais, prometendo diversificar ainda mais os parceiros de Ottawa, ao mesmo tempo em que disse esperar que os Estados Unidos respeitem a soberania de seu país, de acordo com a Al Jazeera. Carney discutiu os acordos comerciais durante uma reunião com líderes provinciais e territoriais.
Enquanto isso, no Irã, médicos compartilharam relatos perturbadores da repressão do regime contra manifestantes, de acordo com a Sky News. Os relatos detalham a suposta brutalidade, mas traçar um quadro preciso continua difícil devido ao acesso esporádico à internet. A Sky News informou que "o clima de medo foi restaurado" no Irã depois que o governo "esmagou com sucesso uma revolta nacional".
Discussion
Join the conversation
Be the first to comment