A Apple reportou vendas recordes de iPhones nos últimos três meses do ano passado, impulsionando um aumento de 16% na receita, para US$ 144 bilhões, de acordo com um relatório divulgado na quinta-feira. O aumento nas vendas de iPhones, o crescimento mais forte desde 2021, foi impulsionado pelo aumento da demanda na China, Europa, Américas e Japão, de acordo com a empresa de tecnologia.
Enquanto as vendas de iPhones dispararam, outras áreas dos negócios da Apple sofreram uma queda. As vendas de computadores Mac diminuíram pouco mais de 7%, e as de wearables e acessórios, incluindo o Apple Watch e os AirPods, caíram cerca de 3%, informou a empresa. O CEO da Apple, Tim Cook, afirmou que a empresa estava em "modo de busca de suprimentos" para atender à alta demanda por iPhones.
Em outras notícias de negócios, a Meta, proprietária do Facebook, está planejando um aumento significativo nos gastos com projetos de inteligência artificial (IA). A empresa espera gastar até US$ 135 bilhões este ano, quase o dobro dos US$ 72 bilhões gastos no ano passado, principalmente em infraestrutura de IA, de acordo com uma teleconferência com analistas financeiros na quarta-feira. O CEO da Meta, Mark Zuckerberg, disse que espera que "2026 seja o ano em que a IA mudará drasticamente a forma como trabalhamos". Nos últimos três anos, a Meta investiu aproximadamente US$ 140 bilhões em um esforço para liderar o boom da IA.
Enquanto isso, o dólar americano tem experimentado um declínio recente, atingindo uma baixa de quatro anos em relação a uma cesta de moedas na terça-feira. O dólar caiu 3% em aproximadamente uma semana, atingindo mínimas de vários anos em relação ao euro e à libra. Embora a queda tenha diminuído, os analistas preveem um maior enfraquecimento do dólar este ano. "A maioria das pessoas pensaria que o dólar deveria, poderia e iria enfraquecer ainda mais este ano", disse Chris Turner, chefe global de pesquisa de mercado financeiro do ING.
Em assuntos internacionais, o ex-presidente dos EUA, Donald Trump, alertou o Reino Unido contra laços mais estreitos com a China. Seu aviso veio após a viagem do primeiro-ministro britânico, Sir Keir Starmer, a Pequim para garantir tarifas mais baixas e melhor acesso ao mercado chinês. Trump afirmou que era "muito perigoso" para o Reino Unido fazer negócios com a China, de acordo com relatos.
Discussion
Join the conversation
Be the first to comment