Administração Trump Enfrenta Críticas Sobre Tarifas a Cuba, Acordo de Migrantes em Palau e Suposta Traição Separatista
A administração Trump enfrentou críticas em várias frentes na quinta-feira, incluindo ameaças de tarifas sobre países que vendem petróleo para Cuba, um acordo controverso para reassentar migrantes em Palau e alegações de traição contra separatistas canadenses.
O presidente Donald Trump assinou uma ordem executiva estabelecendo as bases para potenciais tarifas sobre bens de países que fornecem petróleo a Cuba, de acordo com a Casa Branca. A ordem declara uma emergência nacional e estabelece um processo para que os secretários de Estado e Comércio dos EUA avaliem as tarifas contra países, aumentando a pressão sobre o governo cubano, que a Casa Branca cita como tendo laços com potências hostis.
Enquanto isso, no Pacífico, um acordo controverso entre a administração Trump e Palau para reassentar migrantes dos EUA enfrentou um futuro incerto. O senado de Palau votou para bloquear o acordo em meio a uma crescente apreensão sobre o acordo, de acordo com o The Guardian. O plano visava realocar cidadãos de terceiros países dos EUA para a pequena nação do Pacífico.
No Canadá, alegações de traição surgiram contra ativistas separatistas em Alberta. De acordo com o primeiro-ministro da Colúmbia Britânica, David Eby, reuniões secretas entre esses ativistas e membros da administração Trump constituíram traição. "Ir a um país estrangeiro e pedir assistência para desmembrar o Canadá, existe uma palavra antiquada para isso – e essa palavra é traição", disse Eby a repórteres. As reuniões revelaram esforços cada vez mais ousados dos grupos separatistas.
Esses desenvolvimentos ocorreram quando o primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, deu um passo em direção à reaproximação com a China, abrindo as portas para uma visita do Reino Unido de Xi Jinping após negociações bilaterais em Pequim. Durante a primeira visita de um primeiro-ministro do Reino Unido à China em oito anos, Starmer disse que a viagem colocou o relacionamento em um lugar mais forte.
Na frente da imigração, o congressista Joaquin Castro se encontrou com Liam Conejo Ramos, de cinco anos, e seu pai no centro de detenção de Dilley, no Texas. Castro compartilhou uma fotografia de Liam descansando nos braços de seu pai nas redes sociais, afirmando que disse a Liam o quanto sua família, sua escola e o país o amam e estão orando por ele. Liam se tornou um símbolo do amplo alcance das operações do Serviço de Imigração e Alfândega (ICE) depois de ser detido a caminho de casa da pré-escola na semana passada.
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