Atualização de Notícias Mundiais: Acordo na Síria, Tensões com o Irã, Calmaria na Ucrânia, Violência em Myanmar e Processo de Trump
O governo da Síria chegou a um acordo com as Forças Democráticas Sírias (SDF), lideradas pelos curdos, para integrar gradualmente as forças e instituições curdas ao Estado, de acordo com a BBC World News. O acordo seguiu-se a semanas de confrontos em que as tropas sírias recuperaram território no nordeste que estava sob o controle das SDF há mais de uma década. O enviado dos EUA, Tom Barrack, chamou o acordo de "um marco profundo e histórico na jornada da Síria rumo à reconciliação nacional, unidade e estabilidade duradoura".
Enquanto isso, as tensões permaneceram altas entre os Estados Unidos e o Irã. O presidente Donald Trump afirmou que o Irã deve cessar suas ambições nucleares e parar de matar manifestantes para evitar uma ação militar. "Número um, nada de nuclear. E número dois, parem de matar manifestantes", disse Trump, acrescentando que o Irã estava "matando-os aos milhares". Ele também observou a presença de forças navais dos EUA no Golfo, afirmando: "Temos muitos navios muito grandes e muito poderosos navegando para o Irã agora, e seria ótimo se não tivéssemos que usá-los". O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, disse que as forças armadas estavam prontas "com seus..."
Na Ucrânia, uma noite relativamente calma foi relatada depois que o presidente Trump disse que seu homólogo russo, Vladimir Putin, concordou em não atacar Kyiv e "várias cidades" durante uma onda de frio. O Kremlin confirmou que concordou em cessar os ataques a Kyiv até domingo para "criar condições favoráveis" para as negociações de paz. Alertas de ataque aéreo soaram em apenas oito regiões ucranianas durante a noite de sexta-feira, com dois ferimentos leves registrados em Zaporizhzhia. As temperaturas na capital, Kyiv, deveriam cair para -24C (-11F) nos próximos dias.
As Nações Unidas informaram que pelo menos 170 pessoas foram mortas em Myanmar durante ataques aéreos militares durante o período eleitoral amplamente criticado do país. O escritório de direitos da ONU afirmou que "fontes confiáveis" contaram as mortes de civis, bem como 408 ataques aéreos militares de dezembro de 2025 até o final da semana passada, quando a terceira e última rodada de votação foi realizada. A eleição, que viu o Partido da União e Solidariedade (USDP), apoiado pelos militares de Myanmar, obter uma vitória esmagadora, foi amplamente denunciada como uma farsa por vários países e grupos de direitos humanos.
Nos Estados Unidos, o ex-presidente Donald Trump e seus filhos entraram com uma ação judicial de bilhões de dólares contra o governo federal por causa de vazamentos de suas declarações de impostos comerciais e pessoais. A queixa civil, apresentada no tribunal federal de Miami, busca US$ 10 bilhões (7,25 bilhões) em indenizações. A família Trump acusa o Serviço de Receita Federal (IRS) e o Departamento do Tesouro de não impedir a divulgação de "informações financeiras pessoais confidenciais" por um ex-contratado do IRS, Charles "Chaz" Littlejohn, que atualmente cumpre uma sentença de prisão de cinco anos.
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