As Demandas Energéticas da IA Impulsionam o Investimento em Tecnologia Climática, Enquanto Nova Estrutura Melhora a Recuperação de Documentos
As crescentes demandas energéticas da inteligência artificial estão impulsionando o investimento em tecnologia climática, coincidindo com os avanços nas capacidades da IA em outros setores. A convergência dessas tendências foi um tema central no Fórum Econômico Mundial em Davos, em janeiro deste ano, onde a proeminência da IA gerou conversas sobre seu impacto no clima e a necessidade de soluções de energia sustentável, de acordo com a Time.
O Fórum Econômico Mundial em Davos tornou-se um ponto focal para discussões sobre o consumo de energia da IA e suas implicações para a tecnologia climática. "A IA exigirá uma enorme quantidade de eletricidade para escalar", relatou a Time, destacando o entendimento entre empresas de tecnologia, investidores e desenvolvedores de projetos de que alimentar a IA exige parcerias com empresas de energia capazes de fornecer energia de forma rápida e confiável.
Enquanto isso, no campo do desenvolvimento de IA, uma nova estrutura de código aberto chamada PageIndex surgiu, abordando desafios em sistemas de geração aumentada por recuperação (RAG). A VentureBeat relatou que o PageIndex resolve o problema de lidar com documentos muito longos, alcançando uma taxa de precisão de 98,7% em documentos onde a pesquisa vetorial falha. De acordo com a VentureBeat, o PageIndex abandona o método padrão de "dividir e incorporar" e trata a recuperação de documentos como um problema de navegação, em vez de um problema de pesquisa. Este avanço é particularmente relevante para fluxos de trabalho de alto risco, como auditoria de demonstrações financeiras, análise de contratos legais e navegação em protocolos farmacêuticos.
Em outras notícias científicas, a Nature publicou correções de artigos lançados anteriormente. Foram emitidas correções para um artigo sobre um paquicefalossauro com cúpula do início do Cretáceo da Mongólia, publicado inicialmente em 17 de setembro de 2025, e para um artigo sobre a coexistência de Nanotyrannus e Tyrannosaurus no final do Cretáceo, publicado inicialmente em 30 de outubro de 2025. As correções envolveram alterações na linha de direitos autorais, atribuindo-a ao Departamento de Recursos Culturais e Naturais da Carolina do Norte e outros autores, sob licença exclusiva da Springer Nature Limited.
Além disso, astrônomos divulgaram o mapa cósmico mais extenso até o momento, confirmando que a matéria no Universo é menos aglomerada do que a teoria cosmológica padrão preveria, de acordo com a Nature. O Dark Energy Survey observou aproximadamente 150 milhões de galáxias visíveis no céu do sul da Terra.
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