CommentLoaderSave StorySave this storyCommentLoaderSave StorySave this storyEra 12 de novembro de 2016, quatro dias após Donald Trump vencer sua primeira eleição presidencial. Além de alguns casos atípicos (olhando para você, Peter Thiel), quase todos no mundo da tecnologia ficaram chocados e horrorizados. Em uma conferência que participei naquela quinta-feira, o CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, disse que era uma ideia bem maluca pensar que sua empresa tinha algo a ver com o resultado. No sábado seguinte, eu estava saindo do meu café da manhã favorito no centro de Palo Alto quando encontrei Tim Cook, o CEO da Apple. Nós nos conhecíamos, mas até aquele momento, eu nunca tinha realmente me sentado com ele para fazer uma entrevista aprofundada. Mas este foi um momento em que emoções cruas estavam desencadeando todos os tipos de conversas, mesmo entre jornalistas e executivos notoriamente cautelosos. Acabamos conversando por uns 20 minutos. Não vou entrar nos detalhes de uma conversa privada. Mas não surpreenderá ninguém ouvir o que foi mutuamente compreendido naquela esquina: éramos duas pessoas atordoadas com o que havia acontecido e compartilhávamos a mesma crença tácita de que não era bom. Pensei naquele dia muitas vezes, certamente no ano passado, quando Cook presenteou o presidente Trump com uma escultura brilhante da Apple com uma base de ouro 24k, e mais recentemente neste fim de semana, quando ele compareceu a uma exibição na Casa Branca do documentário vaidoso de 40 milhões sobre Melania Trump. O evento, que também incluiu o CEO da Amazon, Andy Jassy (cuja empresa financiou o projeto) um
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