Milhões de documentos relacionados ao falecido criminoso sexual Jeffrey Epstein foram divulgados pelo Departamento de Justiça dos EUA na sexta-feira, a maior divulgação de tais documentos desde que uma lei determinou seu compartilhamento público no ano passado, de acordo com a BBC World. A divulgação incluiu três milhões de páginas, 180.000 imagens e 2.000 vídeos. A divulgação ocorreu seis semanas depois que o departamento perdeu um prazo assinado em lei pelo ex-presidente dos EUA, Donald Trump, que determinava que todos os documentos relacionados a Epstein fossem compartilhados com o público. "A divulgação de hoje marca o fim de um processo muito abrangente de identificação e revisão de documentos para garantir a transparência", informou a BBC World.
Em notícias relacionadas, o co-proprietário do New York Giants, Steve Tisch, abordou sua inclusão nos arquivos de Epstein divulgados. Tisch divulgou um comunicado através dos Giants, alegando que nunca viajou para a infame ilha de Epstein. "Tivemos uma breve associação onde trocamos e-mails sobre mulheres adultas e, além disso, discutimos filmes, filantropia e investimentos. Não aceitei nenhum de seus convites e nunca fui à sua ilha. Como todos sabemos agora, ele era uma pessoa terrível e alguém com quem me arrependo profundamente de ter me associado", disse Tisch, de acordo com a Fox News.
Separadamente, o Serviço de Imigração e Alfândega dos EUA (ICE) apresentou uma ordem de detenção na sexta-feira contra Mena Mohsen Farez Nmn Awad, 31, um imigrante ilegal do Egito, acusado de agressão sexual a uma menina de 16 anos no Tennessee, informou a Fox News. O suposto incidente ocorreu na véspera de Ano Novo, enquanto a menina dormia em sua cama. De acordo com a WSMV-TV, Awad supostamente invadiu um apartamento em Nashville e começou a agredir sexualmente a vítima, que mais tarde se libertou, pegou seu sobrinho e alertou as autoridades.
Em outras notícias, o ex-astro da LSU, Tyrann Mathieu, relembrou ter quase morrido ao tentar passar em um teste de drogas durante sua carreira universitária, informou a Fox News. Em seu podcast "In the Bayou with Tyrann Mathieu", Mathieu, que jogou duas temporadas na LSU antes de ser dispensado em 2012, refletiu sobre o consumo de água sanitária para contornar um teste de drogas. Mathieu disse que correu o risco depois de ver uma postagem online.
Enquanto isso, um novo documentário co-produzido pela ex-primeira-dama Melania Trump, intitulado "Melania: 20 Days to History", estreou nos cinemas de todo os EUA na sexta-feira com controvérsia, de acordo com a BBC World. O filme promete um vislumbre íntimo da vida de Melania Trump nos dias que antecederam a posse de seu marido em janeiro de 2025. A BBC World observou que o filme recebeu atenção significativa da administração.
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