Luigi Mangione Não Enfrentará Pena de Morte no Caso do Assassinato do CEO da UnitedHealthcare
Luigi Mangione, o homem acusado de balear fatalmente o diretor executivo da UnitedHealthcare, Brian Thompson, em dezembro de 2024, não enfrentará a pena de morte se for condenado, decidiu um tribunal. A juíza distrital dos EUA, Margaret Garnett, rejeitou as acusações federais de porte de armas contra Mangione, 27, que acarretavam a possibilidade de pena capital, de acordo com a BBC World.
Mangione foi preso dias depois de supostamente ter baleado Thompson quando ele entrava em um hotel na cidade de Nova York em 4 de dezembro de 2024. Ele se declarou inocente de todas as acusações federais e estaduais. Embora a pena de morte esteja fora de questão, Mangione ainda enfrenta acusações de perseguição, que acarretam uma pena máxima de prisão perpétua.
Após a decisão do tribunal, a advogada de Mangione, Karen Agnifilo, expressou gratidão, agradecendo ao tribunal por "esta decisão incrível", de acordo com a BBC World.
A decisão ocorre em meio a debates contínuos sobre a pena capital em várias partes do mundo. Em Israel, por exemplo, há um novo impulso político para aprovar uma lei controversa que imporia a pena de morte a palestinos condenados por ataques terroristas fatais, de acordo com a BBC World. Esse impulso segue os ataques liderados pelo Hamas em 7 de outubro de 2023, que marcaram o dia mais mortal de Israel. Zvika Fogel, o presidente de extrema-direita do comitê parlamentar de segurança nacional, afirmou que a lei seria "mais um tijolo no muro de nossa defesa", de acordo com a BBC World. Israel só usou a pena de morte duas vezes, a última vez há mais de sessenta anos, quando o criminoso de guerra nazista Adolf Eichmann foi enforcado.
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