O celular de Frank Bisignano acendeu e ele reconheceu o chamador. Era o presidente na linha. Naquela manhã, no início de outubro, o recém-confirmado comissário da Segurança Social estava sentado em seu escritório no 40º andar em Tribeca, Manhattan, que oferece uma vista panorâmica do Lower East Side e de Brooklyn, onde cresceu em uma família de classe trabalhadora, filho de um pai que passou 44 anos como agente alfandegário e de uma mãe que dirigia uma empresa de estiva. "O presidente e meu chefe, o Secretário do Tesouro Scott Bessent, estavam juntos no Salão Oval, e o presidente me disse que era recomendação de Scott que eu também dirigisse o IRS como seu primeiro CEO", recorda Bisignano. "Eu disse: 'Sim, farei o que você quiser', e o presidente disse que estava contando comigo para tornar o IRS grande novamente, assim como ele havia me encarregado de fazer com a Segurança Social." Vídeo Recomendado Esses dois cargos tornam Bisignano provavelmente o administrador de back-office com a mais ampla autoridade na história recente dos EUA. Ele agora supervisiona tanto o maior sistema de aposentadoria do mundo, que paga 1,5 trilhão por ano a mais de 70 milhões de beneficiários, quanto uma máquina de receita que lidera o planeta, arrecadando mais de 5 trilhões em impostos anuais que financiam mais de 90% das operações do governo federal. Bisignano é um fenômeno que nenhuma das agências vê há muito tempo, se é que já viu; um ex-CEO do setor privado de grande porte que está administrando ambas as agências como se fossem os tipos de casos de recuperação que ele fez carreira em consertar. Ele é um operador, não um burocrata, e ele é bri
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