Administração Trump Acusa Jornalistas, Desencadeia Protestos Globais e Escândalos
As ações da administração Trump, tanto no plano interno quanto internacional, desencadearam uma série de controvérsias, incluindo a acusação de jornalistas, ameaças de intervenção federal em cidades democratas e repercussões de documentos recém-divulgados relacionados a Jeffrey Epstein, de acordo com múltiplas fontes de notícias.
Don Lemon, ex-apresentador da CNN, e Georgia Fort, jornalista independente, foram indiciados pelo Departamento de Justiça de Trump por sua cobertura de um protesto em Minneapolis, informou a Vox em 30 de janeiro de 2026. Os indiciamentos atraíram críticas imediatas e levantaram preocupações sobre a liberdade de imprensa sob a administração Trump.
Aumentando as tensões domésticas, o Presidente Trump afirmou que as forças federais não interviriam em cidades lideradas por democratas que enfrentam protestos, a menos que explicitamente solicitado pelas autoridades locais, informou a NPR News. Esta decisão, transmitida através da Secretária de Segurança Interna, Kristi Noem, destacou o debate em curso sobre o papel da intervenção federal na aplicação da lei local e o seu potencial impacto nas liberdades civis. O Presidente também afirmou a proteção de edifícios federais contra ameaças percebidas.
Internacionalmente, a divulgação de arquivos do governo dos EUA sobre Jeffrey Epstein continuou a causar repercussões, informou a Fortune. Os documentos, parte de uma enorme divulgação pelo Departamento de Justiça, detalharam as interações de Epstein com inúmeras figuras poderosas na política, nos negócios e na filantropia após sua libertação da prisão. As revelações levaram à renúncia de um funcionário eslovaco e renovaram a pressão na Grã-Bretanha para que o Príncipe Andrew cooperasse com os investigadores dos EUA em relação ao seu relacionamento com Epstein.
Enquanto isso, centenas de veteranos dinamarqueses protestaram silenciosamente na Embaixada dos EUA em Copenhague, informou a Euronews. Os veteranos ficaram irritados com a minimização dos sacrifícios aliados pela administração Trump e as ameaças percebidas à autonomia da Groenlândia. Muitos dos veteranos serviram ao lado de tropas dos EUA e se sentiram traídos pelos comentários depreciativos da administração. Eles plantaram bandeiras com os nomes de soldados caídos para homenagear suas contribuições.
Na Noruega, Marius Borg Høiby, o enteado do Príncipe Herdeiro Haakon da Noruega, estava enfrentando um julgamento de alto nível por 38 acusações, incluindo estupro, agressão e crimes relacionados a drogas, informou a BBC World. O julgamento, que deve durar sete semanas, atraiu significativa atenção da mídia, levantando preocupações sobre a imagem da família real como modelos, apesar de o palácio enfatizar o status não real de Høiby.
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