Irã Classifica Exércitos da UE como Grupos Terroristas em Movimento Recíproco
Teerã classificou todos os exércitos da União Europeia como grupos terroristas no domingo, 2 de janeiro de 2026, numa contramedida simbólica após a decisão da UE de designar a Guarda Revolucionária paramilitar do Irã como um grupo terrorista, de acordo com a Euronews. O anúncio, feito pelo presidente do parlamento iraniano, Mohammad Bagher Qalibaf, um ex-comandante da Guarda, intensifica a escalada política entre o Irã e a Europa.
A designação inicial de terror da UE decorreu do envolvimento da Guarda Revolucionária numa repressão sangrenta aos protestos nacionais dentro do Irã, informou a Euronews. A ação iraniana é vista como uma resposta direta a esta designação, marcando uma escalada significativa nas tensões entre as duas entidades.
Entretanto, noutras notícias internacionais, o Presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que os EUA estão "a começar a falar com Cuba", de acordo com a Euronews. Trump fez o anúncio enquanto voava para a Flórida no sábado à noite. Ele não forneceu detalhes sobre o nível ou o momento da abordagem. Trump sugeriu que cortar o fornecimento de petróleo da Venezuela e do México forçaria Cuba a sentar-se à mesa de negociações.
Na Europa, ocorreram protestos na Dinamarca e na Itália. Veteranos dinamarqueses realizaram um protesto silencioso na Embaixada dos EUA em Copenhaga depois que o governo Trump minimizou os sacrifícios dos aliados e discutiu a tomada de controlo da Gronelândia, informou a Euronews. Protestos paralelos em Milão opuseram-se ao papel do ICE nos próximos Jogos Olímpicos de Inverno. Centenas de veteranos dinamarqueses, muitos dos quais lutaram ao lado das tropas dos EUA, participaram na manifestação no sábado.
Também em janeiro, cinco novas startups de tecnologia europeias alcançaram o status de unicórnio, atingindo avaliações acima de US$ 1 bilhão, de acordo com o TechCrunch. Essas startups, que vão da Bélgica à Ucrânia, garantiram financiamento que as impulsionou além do limite de um bilhão de dólares. O TechCrunch observou que algumas dessas empresas, como a Lovable, são incorporadas fora da Europa, mas mantêm fortes laços com o cenário tecnológico europeu. O TechCrunch alertou que a avaliação não garante o sucesso comercial e que é muito cedo para avaliar as perspectivas de longo prazo dessas empresas.
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