Leis Internacionais Sob Pressão com a Escalada dos Conflitos; China Executa Golpistas; Venezuela Liberta Ativista
O direito internacional, concebido para limitar o impacto da guerra, está em um ponto de ruptura, de acordo com um estudo recente da Academia de Genebra de Direito Internacional Humanitário e Direitos Humanos. O estudo, que examinou 23 conflitos armados nos últimos 18 meses, descobriu que mais de 100.000 civis foram mortos, com tortura e estupro cometidos com quase total impunidade, de acordo com o The Guardian.
Enquanto isso, em outros desenvolvimentos internacionais, a China executou quatro indivíduos por seu envolvimento em um esquema de fraude e jogos de azar com sede em Myanmar, informou a Sky News. Os indivíduos foram acusados de administrar parques industriais na região de Kokang, em Myanmar, na fronteira com a China, que se dedicavam a jogos de azar e operações de fraude de telecomunicações. Essas operações envolviam sequestros, extorsão, prostituição forçada e fabricação e tráfico de drogas. O grupo foi responsável pela morte de seis pessoas e administrou operações no valor de mais de 4 bilhões, de acordo com as autoridades. Cinco pessoas, incluindo membros da família Bai, foram condenadas à morte em novembro por administrar a rede de centros de fraude e cassinos. O líder do grupo, Bai Suocheng, morreu de uma doença.
Na Venezuela, o ativista de direitos humanos Javier Tarazona foi libertado após mais de quatro anos de prisão, informou a Al Jazeera. A libertação ocorreu depois que o governo venezuelano anunciou uma anistia no final da semana passada, supostamente sob pressão dos EUA após o sequestro do presidente Maduro.
A situação nas zonas de conflito permanece terrível, com os civis suportando o peso da violência. Em Gaza, Samia Alatrash compartilhou sua história pessoal de perda, relatando como sua irmã e sobrinhas foram mortas por Israel, de acordo com a Al Jazeera.
Nos Estados Unidos, um agente do ICE foi gravado afirmando que "não precisa de um mandado" para prender pessoas, informou a Al Jazeera. O vereador de Jersey City, Jake Ephros, gravou a interação com agentes do ICE prendendo um homem em uma estação de trem leve, questionando se eles tinham um mandado e se sabiam quem haviam levado.
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