O direito internacional, concebido para mitigar o impacto da guerra, está a chegar ao seu ponto de rutura, à medida que os conflitos se intensificam com quase total impunidade, de acordo com um novo estudo da Academia de Genebra de Direito Internacional Humanitário e Direitos Humanos. O estudo, que examinou 23 conflitos armados nos últimos 18 meses, concluiu que mais de 100.000 civis foram mortos, enquanto a tortura e a violação são generalizadas.
O relatório destacou uma tendência preocupante de desrespeito pelo direito internacional humanitário. O extenso estudo detalhou as mortes de mais de 100.000 civis nos conflitos examinados.
Em outras notícias, a BetMGM anunciou o lançamento de uma nova "Política Anti-Assédio a Atletas" esta semana, com o objetivo de proteger os atletas e manter a integridade dos esportes. De acordo com a Fox News, a política permitirá que a operadora de apostas suspenda ou encerre permanentemente as contas de clientes que se envolvam em condutas abusivas, ameaçadoras, difamatórias ou de assédio contra funcionários esportivos, treinadores ou atletas. A indústria de apostas esportivas espera que esta política responsabilize os apostadores por ameaças feitas contra jogadores.
Enquanto isso, no campo da tecnologia, a SpaceX de Elon Musk solicitou o lançamento de um milhão de satélites na órbita da Terra. A BBC Technology informou que o pedido alega que esses "centros de dados orbitais" são a maneira mais econômica e eficiente em termos de energia de atender à crescente demanda por poder de computação de inteligência artificial (IA). A SpaceX argumenta que as necessidades de processamento impulsionadas pela expansão do uso de IA já estão superando as "capacidades terrestres". O lançamento proposto aumentaria drasticamente o número de satélites da SpaceX em órbita, somando-se à sua rede Starlink existente de quase 10.000 satélites.
No entretenimento e na política, Donald Trump ameaçou processar o comediante Trevor Noah por uma piada feita no Grammy Awards. A BBC World informou que Noah, apresentando o evento, brincou sobre Trump e Jeffrey Epstein, dizendo: "Música do Ano - esse é um Grammy que todo artista quer quase tanto quanto Trump quer a Groenlândia, o que faz sentido porque a ilha de Epstein sumiu, ele precisa de uma nova para sair com Bill Clinton." Trump, que foi associado a Epstein no passado, afirma que não tinha conhecimento dos crimes de Epstein e que eles se desentenderam por volta de 2004.
Também no Grammy, a vitória do Dalai Lama na categoria de audiolivro por "Meditações: As Reflexões de Sua Santidade o Dalai Lama" atraiu críticas de Pequim. De acordo com a BBC World, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Lin Jian, afirmou: "Nós nos opomos firmemente a que as partes relevantes usem prêmios de arte como uma ferramenta para manipulação política anti-China, e esta posição é consistente." O Dalai Lama, que vive exilado do Tibete desde 1959, disse que aceitou o prêmio com "gratidão e humildade". A China o vê como um rebelde e separatista.
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