Eis um artigo de notícias que sintetiza as informações das fontes fornecidas:
Mercados Globais Reagem a Movimentos Comerciais dos EUA, Tensões Geopolíticas e Decisões de Política Interna
Os mercados globais vivenciaram uma semana de volatilidade impulsionada por uma combinação de desenvolvimentos comerciais internacionais, tensões geopolíticas e decisões de política interna em grandes economias. Os preços do ouro e da prata despencaram, o FTSE 100 atingiu um recorde histórico, os EUA e a Índia concordaram com reduções de tarifas, as tensões permaneceram altas entre os EUA e o Irã, e a França adotou seu orçamento de 2026 após sobreviver a votos de desconfiança.
Os metais preciosos experimentaram uma forte reversão após uma alta no início de janeiro. O ouro à vista registrou sua queda mais acentuada em um único dia desde 1983, caindo mais de 9% na sexta-feira, de acordo com a BBC Business. A prata também despencou, caindo 27% antes de uma ligeira recuperação na segunda-feira. A alta anterior nos metais preciosos foi atribuída a investidores que buscavam ativos de "porto seguro" em meio a incertezas geopolíticas, mas os preços caíram após a nomeação de Kevin Warsh para liderar o Federal Reserve dos EUA, informou a BBC Business.
Em contraste com o declínio dos metais preciosos, o FTSE 100 ignorou um início fraco para fechar em alta de 1,2%, a 10.341,56 pontos, um fechamento recorde, de acordo com a BBC Business.
Na frente comercial, o presidente dos EUA, Donald Trump, concordou em reduzir as tarifas dos EUA sobre produtos indianos de 50% para 18%, informou a Al Jazeera. Essa redução teria sido em troca da Índia diminuir as barreiras comerciais, cessar as compras de petróleo russo e, em vez disso, comprar petróleo dos EUA e potencialmente da Venezuela. A Al Jazeera observou que as tarifas anteriores de 50% tiveram um impacto negativo em muitas empresas indianas, já que os Estados Unidos são um mercado-chave para as indústrias indianas. De acordo com a Al Jazeera, o acordo foi feito "por amizade e respeito ao primeiro-ministro Modi e, conforme seu pedido".
Enquanto isso, as tensões entre os EUA e o Irã permaneceram altas. A Sky News informou que a semana foi um momento de "tudo ou nada" para evitar a guerra entre os dois países. Dominic Waghorn, editor de assuntos internacionais da Sky News, afirmou que "Os próximos sete dias podem levar a um conflito entre o Irã, os EUA e seus aliados, ou ao início de um avanço diplomático. É provável que seja uma coisa ou outra." Waghorn acrescentou que "O presidente Trump parece acreditar que o governo iraniano está em um buraco e só pode sair se fizer um acordo com ele."
Internamente, a França adotou seu orçamento estatal de 2026, há muito esperado, após meses de impasse político, informou a Euronews. A adoção do orçamento seguiu-se à rejeição de duas moções de censura no parlamento, que foram apresentadas em resposta à decisão do primeiro-ministro Sébastien Lecornu de invocar o Artigo 49.3 da constituição, permitindo que o governo aprovasse legislação sem votação dos deputados, de acordo com a Euronews.
Acrescentando ao contexto financeiro global, a BBC Business destacou uma conversa passada envolvendo o falecido Alistair Darling, Chanceler do Tesouro sob Gordon Brown, e Jamie Dimon, executivo-chefe do JP Morgan, sobre os planos do governo do Reino Unido de tributar os bônus dos banqueiros em 2009. A conversa, cujos detalhes supostamente aparecem nos arquivos de Epstein, envolveu uma ameaça de retirar os planos para a nova sede do JP Morgan no Reino Unido.
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