Grammys Desencadeiam Controvérsia com Declarações Políticas, Trump Ameaça Processo
A 68ª edição do Grammy Awards no domingo à noite tornou-se um foco de controvérsia política, com celebridades usando a plataforma para criticar o governo do ex-presidente Donald Trump, levando a uma ameaça de ação legal do próprio Trump. A premiação, tipicamente conhecida pelo glamour do tapete vermelho e apresentações musicais, distinguiu-se este ano pelo seu tom distintamente político, de acordo com a Time.
A controvérsia surgiu de uma piada feita pelo apresentador do show, o comediante Trevor Noah, sobre Trump e o falecido criminoso sexual condenado Jeffrey Epstein. "Noah disse, incorretamente, sobre mim, que Donald Trump e Bill Clinton passaram um tempo na Ilha de Epstein", afirmou Trump. Ele negou veementemente a acusação, dizendo: "Errado. Não posso falar por Bill, mas nunca estive na Ilha de Epstein, nem em lugar nenhum perto." Trump expressou ainda sua intenção de processar Noah, chamando-o de "completo perdedor" e ameaçando enviar seus advogados atrás do comediante pelo que ele considerou uma "declaração falsa e difamatória", de acordo com a Time.
Além da controvérsia em torno da piada de Noah, várias celebridades usaram o Grammy como uma oportunidade para se posicionar contra as políticas de imigração do governo Trump, que estão enfrentando reação após um tiroteio fatal, de acordo com a Time. Os detalhes específicos dessas declarações e as celebridades envolvidas não foram detalhados nas fontes fornecidas.
Em outras notícias, um produtor do tapete vermelho foi afastado do Grammy Awards após uma série de controvérsias online, de acordo com a Variety. As controvérsias específicas e o nome do produtor não foram mencionados na fonte fornecida.
Enquanto isso, na Costa Rica, a populista conservadora Laura Fernández venceu a eleição presidencial, prometendo continuar a reorientação política iniciada pelo presidente cessante Rodrigo Chaves, de acordo com a NPR News. Os resultados preliminares mostraram Fernández garantindo uma vitória no primeiro turno, eliminando a necessidade de um segundo turno.
Em notícias esportivas, a atleta de skeleton dos EUA, Katie Uhlaender, teve sua chance de competir em uma sexta Olimpíada de Inverno negada depois que um tribunal esportivo internacional decidiu que não tinha jurisdição para intervir em seu caso, de acordo com a NPR News. O recurso de Uhlaender foi negado pelo Tribunal Arbitral do Esporte (CAS) após um suposto esquema canadense de manipulação de pontos.
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