Alívio Limitado com a Reabertura da Passagem de Rafah; Nigerianos Sequestrados Regressam a Casa
A passagem fronteiriça de Rafah, em Gaza, com o Egito, reabriu parcialmente na segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026, depois de ter sido fechada por Israel durante quase dois anos, mas apenas um punhado de palestinianos doentes e feridos foram autorizados a sair para tratamento médico, segundo a Al Jazeera. Simultaneamente, na Nigéria, oitenta indivíduos sequestrados regressaram a casa depois de escaparem do cativeiro no estado de Kaduna, informou a BBC World.
A reabertura da passagem de Rafah ofereceu um vislumbre de esperança a milhares de palestinianos em Gaza que necessitam desesperadamente de assistência médica. No entanto, a realidade inicial ficou muito aquém das expectativas. "No primeiro dia da abertura, na segunda-feira, Israel permitiu que apenas cinco pacientes saíssem de Gaza através da passagem, forçando centenas, senão milhares, de outros a esperar", afirmou a Al Jazeera. As Nações Unidas saudaram a reabertura, com o porta-voz Stephane Dujarric a observar que apenas cinco pacientes tinham conseguido sair até ao momento. O The Guardian noticiou que o número total de pessoas que entraram e saíram de Gaza no primeiro dia foi de apenas 27.
Entretanto, na Nigéria, oitenta das 177 pessoas sequestradas no mês passado em três igrejas em Kurmin Wali, estado de Kaduna, regressaram a casa, informou a BBC World. Os indivíduos escaparam no dia do seu rapto, mas permaneceram escondidos em aldeias vizinhas durante duas semanas, temendo serem recapturados. "Devido ao medo de serem capturados novamente", disse o porta-voz da polícia estadual, Mansur Hassan, à BBC. As autoridades continuam os esforços para garantir a libertação das restantes 86 pessoas ainda detidas. O ataque fez parte de uma onda de sequestros na região.
Em outras notícias, a França adotou o seu orçamento para 2026 depois de sobreviver a dois votos de desconfiança, informou a Al Jazeera. O orçamento, que inclui medidas para reduzir o défice e aumentar os gastos militares, foi aprovado após quatro meses de impasse político, trazendo potencialmente um período de estabilidade para o governo minoritário do Primeiro-Ministro Sebastien Lecornu.
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