Laura Fernández, uma populista de direita, venceu a eleição presidencial da Costa Rica com uma vitória esmagadora, marcando uma nova guinada à direita na política latino-americana, segundo o The Guardian. Fernández, do partido Povo Soberano, garantiu a presidência após fazer campanha com uma plataforma de combate à crescente violência ligada ao tráfico de cocaína. Seu rival mais próximo, o economista de centro-direita Álvaro Ramos, admitiu a derrota quando os resultados confirmaram a vitória de Fernández.
Em outras notícias internacionais, um estudo da Academia de Genebra de Direito Internacional Humanitário e Direitos Humanos concluiu que o direito internacional, destinado a limitar os efeitos da guerra, está em um ponto de ruptura. O The Guardian informou que o estudo, que cobriu 23 conflitos armados nos últimos 18 meses, descobriu que mais de 100.000 civis foram mortos e atos de tortura e estupro estão sendo cometidos com quase total impunidade.
Enquanto isso, na América do Norte, a presidente do México, Claudia Sheinbaum, prometeu enviar ajuda humanitária a Cuba, apesar dos esforços dos Estados Unidos para cortar o acesso ao petróleo da nação insular, segundo o The Guardian. Sheinbaum afirmou que o México estava explorando todas as vias diplomáticas para enviar combustível a Cuba. Essa medida ocorreu depois que o ex-presidente dos EUA, Trump, assinou uma ordem ameaçando com tarifas os países que vendem petróleo para Cuba.
No Ártico, o interesse passado de Trump pela Groenlândia continua a ressoar. O The Guardian informou que sua exigência de que os EUA assumissem o controle da ilha ártica reabriu velhas feridas para os Inuit em todo o Ártico, lembrando-os de um passado imperial problemático. Em Nunavut, Canadá, aproximadamente 70 pessoas marcharam em solidariedade à Groenlândia, segurando cartazes que diziam: "Estamos com a Groenlândia" e "A Groenlândia é uma parceira, não uma compra".
Em notícias econômicas, a decisão do presidente dos EUA, Donald Trump, de reduzir as tarifas recíprocas sobre a Índia de 50 para 18 por cento foi recebida com alívio na Índia, segundo a BBC Business. A Índia estava pagando as tarifas mais altas do mundo depois que Trump aumentou as taxas de importação sobre produtos indianos de 25 para 50 por cento em agosto do ano passado, citando a compra de petróleo russo com desconto por Delhi como uma ajuda no financiamento do esforço de guerra de Moscou na Ucrânia. Detalhes precisos sobre o acordo comercial permanecem obscuros, de acordo com a BBC.
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