Rússia Retoma Ataques a Cidades Ucranianas; Relações Internacionais Testadas
Kyiv, Ucrânia - As forças russas renovaram os ataques à infraestrutura de energia em Kyiv e Kharkiv, Ucrânia, na terça-feira, 3 de fevereiro de 2026, após o que as autoridades ucranianas descreveram como o fim de uma trégua de uma semana. De acordo com o Ministro das Relações Exteriores da Ucrânia, Andrii Sybiha, a Rússia lançou 450 drones e mais de 60 mísseis durante a noite, supostamente esperando que as temperaturas abaixo de zero intensificassem o impacto nos sistemas de energia, informou a Al Jazeera.
Os ataques ocorreram em meio a outros desenvolvimentos internacionais envolvendo os Estados Unidos, a China e a América Latina.
Enquanto isso, o Centro Cultural Islâmico Muhammad Asad em Lviv abriu suas portas para pessoas deslocadas de todo o país quando a guerra começou, transformando salas de aula e salões de oração em abrigos temporários, de acordo com a Al Jazeera. Muçulmanos alinharam salas de estudo com colchões, prepararam refeições e distribuíram água.
Em outras notícias, os palestinos retornaram a Gaza depois que Israel permitiu uma reabertura parcial da passagem da fronteira de Rafah. Um ônibus transportando 12 palestinos concluiu a travessia após uma jornada de 20 horas e obstrução pelas autoridades israelenses, informou a Al Jazeera.
Nos Estados Unidos, o presidente Donald Trump anunciou planos de processar a Universidade de Harvard por US$ 1 bilhão em danos. O anúncio, feito por meio de mídia social na segunda-feira, não especificou a natureza exata da reclamação, mas estende uma batalha legal existente com a universidade, de acordo com a Al Jazeera.
Simultaneamente, o Uruguai e a China aprofundaram sua parceria estratégica, assinando uma dúzia de acordos de cooperação em ciência, tecnologia e comércio. Isso ocorreu apesar da pressão do presidente Trump para limitar a influência chinesa na América Latina, informou a Al Jazeera. Os acordos foram assinados após uma reunião entre o presidente uruguaio Yamandu Orsi e o presidente chinês Xi Jinping em Pequim na terça-feira, de acordo com a Al Jazeera.
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