México Promete Ajuda a Cuba em Meio à Pressão dos EUA, Enquanto o Direito Internacional Enfrenta Análise Minuciosa
A Presidente do México, Claudia Sheinbaum, prometeu enviar ajuda humanitária a Cuba esta semana e explorar vias diplomáticas para fornecer combustível, apesar dos esforços dos Estados Unidos para restringir o acesso de Cuba ao petróleo, segundo o The Guardian. Esta medida surge em um contexto de desafios significativos enfrentados pelo direito internacional, conforme destacado em um estudo da Academia de Genebra de Direito Internacional Humanitário e Direitos Humanos.
A promessa do México segue-se a ações anteriores dos EUA, incluindo uma ordem assinada pelo ex-presidente Trump que ameaçava com tarifas os países que vendessem petróleo a Cuba, de acordo com o The Guardian. Sheinbaum afirmou o compromisso do México em apoiar o povo cubano.
Entretanto, um estudo abrangente da Academia de Genebra de Direito Internacional Humanitário e Direitos Humanos, abrangendo 23 conflitos armados nos últimos 18 meses, concluiu que o direito internacional destinado a limitar os efeitos da guerra está em um ponto de ruptura, noticiou o The Guardian. O estudo revelou que mais de 100.000 civis foram mortos e atos de tortura e violação estão sendo cometidos com quase total impunidade.
Em outros desenvolvimentos globais, uma reabertura limitada da passagem da fronteira de Rafah entre Gaza e o Egito permitiu que um pequeno número de palestinos doentes e feridos entrasse no Egito para tratamento médico, afirmou o The Guardian. De acordo com autoridades egípcias, cerca de 150 pessoas deveriam deixar Gaza e 50 entrar, após mais de 20 meses de fechamento. No entanto, a Reuters informou que, ao anoitecer, Israel havia permitido que apenas 12 palestinos cruzassem.
Além disso, em Madagascar, o ciclone tropical Fytia causou inundações significativas, afetando quase 30.000 pessoas e resultando em pelo menos três mortes, informou o The Guardian. Estima-se que mais de 40.000 casas possam ser inundadas nos próximos dias.
No Ártico, as tensões permanecem em relação à Groenlândia, com o interesse passado de Trump em adquirir a ilha reabrindo velhas feridas para as comunidades Inuit, de acordo com o The Guardian. Uma marcha de solidariedade em Nunavut, Canadá, demonstrou apoio à Groenlândia e destacou preocupações sobre atitudes imperialistas em relação à região do Ártico.
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